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Terça-feira, 28 de Junho de 2016
ateliermob, às 08:29 | comentar :: comment | 2016.06.28

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"Colectivos de artistas, designers e arquitectos estão a envolver-se em projectos de intervenção social que recuperam os princípios fundamentais da democracia."

"Juntos podemos aprender a pescar", artigo de Bárbara Coutinho na revista XXI Ter Opinião nº 7 - Junho/Dezembro de 2016 

 



Segunda-feira, 27 de Junho de 2016
ateliermob, às 09:15 | comentar :: comment | 2016.06.27

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[here]

 

 

 



Terça-feira, 21 de Junho de 2016
ateliermob, às 18:58 | comentar :: comment | 2016.06.21

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[+ info]

 



Segunda-feira, 20 de Junho de 2016
ateliermob, às 09:25 | comentar :: comment | 2016.06.20

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Sexta-feira, 10 de Junho de 2016
ateliermob, às 16:08 | comentar :: comment | 2016.06.10

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[PT]
Inaugurou hoje a Estação de Canoagem de Alvega, sob gestão da Casa do Povo de Alvega, e a presença, entre outros, da Sra. Secretária de Estado do Turismo Ana Mendes Godinho, Sra. Presidente da Câmara Municipal de Abrantes Maria do Céu Albuquerque e Sr. Presidente da União das Freguesias de Alvega e Concavada José Felício.


[trabalho fotográfico de Francisco Nogueira sobre este projecto]

 

Hoje:

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Quinta-feira, 9 de Junho de 2016
ateliermob, às 16:56 | comentar :: comment | 2016.06.09

[PT] O ateliermob desenvolve actividade no campo da arquitectura, design e urbanismo em regime permanente desde 2005. A partir de 2010, com o agravar da crise financeira e das condições de vida da esmagadora maioria das pessoas, reposicionou a sua prática profissional no apoio a diferentes comunidades que não tinham (e na sua maioria nunca tiveram) condições para contratar arquitectos. A ideia, Working with the 99% [Trabalhar com os 99%], foi premiada no concurso o Prémio “Future Cities” que decorreu durante a 13ª Bienal de Arquitectura de Veneza (2012).Seis anos passados, com muito trabalho realizado mas com cada vez mais por fazer, chegou a hora de formalizar a sua prática. Desde Maio de 2016 também somos uma cooperativa sem fins lucrativos: Trabalhar com os 99% Crl.
O espectro do nosso trabalho aumenta e a nossa vontade de construir outros processos ganha um novo fôlego. As associações de moradores, outras cooperativas e instituições sem fins lucrativos podem-se associar a esta cooperativa de prestação de serviços de arquitectura, design e urbanismo para usufruir dos seus serviços.
Mas esta cooperativa também será o espaço ideal para um trabalho de outra dimensão que urge reivindicar: o planeamento estratégico, a assessoria de processos participativos e democráticos, o trabalho legislativo ou a participação em redes europeias e mundiais.
Com esta nova cooperativa sentimos que temos um novo instrumento formal para continuar e fazer crescer o nosso trabalho.

 

[ENG] Since 2005 ateliermob has developed its activity in the field of architecture, design and urbanism. From 2010, with the financial crisis and the abrupt lack of conditions of the overwhelming majority of people, it positioned its practices on supporting different communities that had no conditions (or never had) to hire an architect.
The idea, “Working with the 99%” was awarded with the Future Cities Prize during the 13th Venice Architecture Biennal (2012).
Six years after, with a lot of built work but with much more to do, it was time to formalise its practice. Since May 2016 we are also a non-profit cooperative: Trabalhar com os 99% Crl [Working with the 99%].
The scope of our work has enlarged and our will to build innovative processes has gained a new life. Neighbourhood associations, other co-op's and non-profit institutions may associate to our architecture, design and urbanism services' cooperative to take advantage of our services.
But Trabalhar com os 99% Crl will also be the ideal space to work in other dimensions such as strategic and design planning, participatory and democratic processes consultancy, legal production framework and participation in European and Worldwide networks.
With this new cooperative we feel that we have a new tool to continue and grow our work in the field.



 

ateliermob + TC99%.jpg

 

 



Quarta-feira, 8 de Junho de 2016
ateliermob, às 17:15 | comentar :: comment | 2016.06.08

inauguração alvega

 

[notícia


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Sexta-feira, 3 de Junho de 2016
ateliermob, às 08:18 | comentar :: comment | 2016.06.03

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O direito à cidade
SEGUNDA-FEIRA, 6 JUNHO


9.30h-11.00h | Espaço da Penha
§1 Seminário
Cidades contestadas, cidades imaginadas
conversa com Michael Janoschka

PAUSA

11.15h-13.15h | Espaço da Penha
Oficina #1 – COMO RECLAMAR A CIDADE?
Geografias críticas construindo o comum
Debate refletindo criticamente sobre o modo como o espaço público se torna lugar de privatização e de negócio ou de apertada vigilância ou como o direito a habitar a cidade se hierarquiza e gentrifica no quadro da globalização de uma lógica urbanística neoliberal. Pensar a cidade como locus de relações de poder desiguais (em que ao aparelho de Estado ou aos interesses económicos cabe a parcela hegemónica), mas ainda a possibilidade de pensar a sua transformação e reformulação através de novas formas de participação e representação e de pensar e agir sobre o comum (e até sobre o privado).

Alexandra Paio (arquitecta, Dep. Arquitetura ISCTE-IUL/ISTAR)
Andrea Pavoni (estudos de media, Dinâmia/ISCTE)
Guilhermo Aderaldo (antropólogo, GEAC – USP)
Laura Burocco (estudos urbanos, ECO/UFRJ e LabTec, Brasil/Itália)
Melissa García Lamarca (geógrafa, Univ. Manchester)
Nadia Bertolino (arquitecta, Univ. Sheffield School of Architecture)
Nilton Santos (antropólogo, UFF, Brasil)
Paulo Raposo (antropólogo, CRIA-IUL)
Tiago Mota Saraiva (arquitecto, ateliermob)

[+ info]



Quarta-feira, 25 de Maio de 2016
ateliermob, às 09:24 | comentar :: comment | 2016.05.25

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30/05/2016 Amsterdam

at FabCity

 

We Make Europe - Cities and City Makers enhancing the (Im)Pact of Amsterdam

 

On May 30, the Ministers of the 28 EU member states sign the Pact of Amsterdam to agree upon the Urban Agenda for the EU. How can cities and City Makers contribute to addressing the challenges the Urban Agenda for the EU means to tackle? And how can we enhance the collaboration between public authorities and engaged citizens, to enhance the social innovation in our cities today?

As part of the New Europe City Makers Summit, URBACT, Eutropian, Agora Europe and Pakhuis de Zwijger jointly organise, in cooperation with the European Committee of the Regions the unique dialogue We Make Europe: Cities and City Makers enhancing the (Im)Pact of Amsterdam at FabCity. In a dialogue City Makers, city officials and political representatives will explore the role of cities and civil society actors in effectively addressing the pressing urban challenges of today.

The event aims at creating a dialogue between Cities and City Makers to enrich the ongoing work of the Urban Agenda for the EU Partnerships with experience “from the ground”. Namely the discussion with focus on the ongoing Partnerships on Affordable Housing, Refugees and Migrant Inclusion, Urban Poverty and Air Quality. The expected impact of such event is to create an ongoing dialogue between City Administrations, City Makers with the EU Urban Agenda Partnerships and European institutions in order to guarantee a richer variety of inputs into the policy elaboration.

 

Ateliermob will be debating "Urban Poverty" with Amalia Zepou - Athens Municipality City Council vice mayor for civil society and municipality decentralization

 

[+ info]

 

 

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28/05/2016 Rotterdam

at International Architecture Biennale Rotterdam 2016 – THE NEXT ECONOMY

 

Funding the Cooperative City, organized by Eutropian

 

How do City Makers access and develop spaces in various European regions? What is their relationship with public administrations and private financial actors? What are the legal frameworks, organisational formats and economic models they employ? How do they access capital for their development projects? What are the regional differences in how civic economy and community-led urban development are unfolding in Europe?
Funding the Cooperative City explores experiments in community-led real estate development in European cities. The event in the framework of the International Architecture Biennale of Rotterdam and the New Europe City Makers Summit brings together protagonists from Lisbon, Berlin, Belgrade, Rome, Budapest and from various Dutch cities to exchange experiences of property development based on community-driven initiatives, civic economic models and cooperative ownership.

 

Participants:
Jeroen Laven (Stipo, Rotterdam)
Tiago Mota Saraiva (Ateliermob, Lisbon)
Marc Neelen (Ko gradi grad, Belgrade)
Annet van Otterloo (Afrikaanderwijk Cooperative, Rotterdam)
Martine Zoeteman (De Besturing, The Hague)

 

Respondents:
Timothy Duin (welovethecity, Rotterdam) (TBC)
Christian Grauvogel (Ex-Mörchenpark / Holzmarkt, Berlin)
Piet Vollaard (City in the Making, Rotterdam)

 

[+ info]

 



Quarta-feira, 18 de Maio de 2016
ateliermob, às 07:43 | comentar :: comment | 2016.05.18

 

[via Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa]

 

 



Terça-feira, 17 de Maio de 2016
ateliermob, às 07:55 | comentar :: comment | 2016.05.17

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 [ENG] One of the sheets that we use for detail design project coordination.

 

 


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Quinta-feira, 12 de Maio de 2016
ateliermob, às 07:38 | comentar :: comment | 2016.05.12

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Madalena Vitorino no Teatro Nacional D. Maria II - Reinaldo Rodrigues (Global Imagens)

 

 

[PT] Quando nos perguntam quais as referências arquitectónicas do ateliermob titubeamos na resposta. Talvez haja, em cada um de nós, mas, tudo somado, surgem mestiçadas nos resultados.
Contudo estamos em crer que se não tivessemos vindo a acompanhar, directa e indirectamente, o trabalho dos últimos anos da Madalena Vitorino (do Festival Todos à Companhia Limitada - com o Pedro Salvador), a prática do ateliermob seria diferente.

 

A ler:

Das ruas do Intendente para a festa nos corredores do Teatro Nacional, no DN

Companhia Limita - Estação Terminal, no site do Teatro Nacional D. Maria II

Evento no facebook

 

 

 

 



Segunda-feira, 9 de Maio de 2016
ateliermob, às 08:53 | comentar :: comment | 2016.05.09

 

HACKING AIRBNB

I – Airbnb: their terms, their fiction –

 

1
Belonging
In times of globalization, individual tourism and economically driven migrations have gained a bigger scale: on one hand, a neo-colonial search for the exotic, where “unique spaces” are discovered by the individual pioneer, on the other hand, fluxes of people just looking for a cheap and quick solution for a small period of time, as their precarious employment and financial situation demands. It seems that, in this system, belonging means being part of the industry of commoditized culture and city marketing. In most cases, real interaction and the sense of “feeling at home” is not the priority: sometimes, guests (and owners) give up their privacy and try to fit into someone else’s life.

 

2
Sharing
Within the new wave of Internet based services and business models since web 2.0, services as Airbnb and Uber describe themselves as part of a new sharing economy. But what does sharing means in the case of Airbnb? Nearly all of the houses and apartments are not shared – they are simply rented out, just showcased and monetized, while the profit of Airbnb is not shared but boosted on of the top rated start-up already in the Unicorn Club as defined by Aileen Lee. With the “sharing” motto, Airbnb easies the process of turning private spaces into commercial short-term housing spaces.

 

3
Community
For the idea of sharing something there is a collective subject needed: the community.
Airbnb works as a global marketplace for stays, mostly in famous cities. The service provider is normally someone with low wages that needs the money to increase its low income or a disguised hostel. The customer does not benefits from local community but from its precarious condition and low regulation. This highly profitable and low responsibility relationships create the community of Airbnb precarious consumers.

 

4
Home
Renting or buying homes is getting more difficult for most of world’s population. In most of the cases of spaces rented out via Airbnb, the owners need the extra money to secure their situation as a tenant or debtor, as more and more families are getting pushed to the outskirts of the metropolis. By putting homes on the Airbnb platform, they turn into images: they are being showcased. In most cities Airbnb has already created a housing stock shortage and provided tendencies of gentrification in certain neighborhoods. In countries as Spain, Greece or Portugal renting out via Airbnb can be considered, in many cases, as a method to consolidate the status quo of precarious workers, rising rents and living costs.


5
Unique Places and Authenticity
The more trendy a neighborhood is, the better one can sell an Airbnb announcement, just as the more “hip”, better images of “unique places” can be created. In the process of monetizing unique places, dwellers alienate themselves from their homes, and architecture becomes somewhat of a fictitious place. Belonging becomes difficult and through the created images the authenticity turns into a farce: The user consumes at least an illusion of what is supposed to be there.

 

6
Monetize and showcase extra spaces
It is clearly the goal of Airbnb to make money and not to share. Since when does sharing mean selling or renting? Surely the Airbnb Corporation could assume the action of paying the taxes in each country, but it seems that they prefer to keep taxes as low as possible, while the European headquarters will move into the less taxed country – now it's Ireland. Airbnb supports new announces by providing free professional photo shootings, producing perfect photos and creating images of these unique places, which are simply unreal. On the other hand, on its therms and conditions, Airbnb rejects any responsibilities on the provided renting contract acting just as a well paid observer and facilitator.

 

 

 

II What are we going to do?

 

Our intervention consists of creating make-believe homes from Lisbon in Copenhagen industry of Airbnb houses'. From 50 fake profiles, we will produce 100 fake Copenhagen houses of Lisbon homes.
For this experience we have chosen Lisbon because it is a growing market of Airbnb due to the austerity measures that Portugal has been suffering but also because it will occur in the last semester of 2016 one event that we would like to connect with this Oslo Triennale edition: the Lisbon Architecture Triennale. Matching both events will support the intended discussion of Airbnb effects on architecture practices and city, which is our goal with this provocative project.

This process will be developed alongside four steps:
1. Three months to prepare fake profiles and photograph Lisbon homes;
2. Six months of dealing with airbnb platform and 100 houses to rent;
3. Three months of providing analyses and conclusions to be exhibited in Copenhagen.

At the end, we will unveil the project and demonstrate these unreal belongings, the non-sharing community and the alienation of architecture in form of an exhibition in Copenhagen during the Triennale and in Lisbon.

 

 

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Quinta-feira, 5 de Maio de 2016
ateliermob, às 09:47 | comentar :: comment | 2016.05.05

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[+ info

 

 



Quarta-feira, 4 de Maio de 2016
ateliermob, às 08:19 | comentar :: comment | 2016.05.04

terras da costa paula miranda.jpg

 

[PT] Depois de ter sido um parceiro fundamental na concretização da Cozinha Comunitária das Terras da Costa, a Fundação Calouste Gulbenkian disponibilizou uma nova bolsa para que possamos continuar o trabalho com os moradores das Terras.
Desta vez o desafio é maior, trata-se do realojamento.
Nos próximos meses estaremos no bairro a mapear os espaços físicos e sistemas de relações existentes, a apoiar os moradores na discussão e organização do realojamento e a trabalhar com a Câmara Municipal de Almada para que este processo resulte numa nova e participada forma de conceber e produzir habitação.
Contamos com a ajuda e com a força de todos os que, de tantas formas, têm vindo a mostrar o seu apoio ao bairro.

 

ateliermob + colectivo warehouse 

 

[ENG] ...

 

 



ateliermob - arquitectura, design e urbanismo lda.
[PT]
Plataforma multidisciplinar de desenvolvimento de ideias, investigação e projectos nas áreas da arquitectura, design e urbanismo. É assim que tudo costuma começar. A partir daí trabalha-se tudo o resto. Só é impossível o que não entusiasma, o que não é criativo, o que nos afasta das pessoas.
[saber mais]

[ENG]
Ateliermob is a multidisciplinary platform which develops projects, ideas and research within architecture, design and urbanism. This is the way it usually starts. From this point, everything is worked out. The impossible is to work on the unexciting, on the uncreative, on what diverges from people needs.
[+ info]
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