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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
ateliermob, às 10:45 | comentar :: comment | 2009.02.04

[PT] Num contexto urbano periférico à cidade de Tomar, numa zona de potencial expansão e integradas no que será a futura circular da cidade estão implantadas as cinco rotundas objecto deste estudo.

 

 

Embora estas rotundas já existam, em relva, a sua relação entre os custos de manutenção e as potencialidades de utilização por parte dos cidadãos torna-as pouco sustentável.

A situação do país, a crise global exige que se repense conceitos e altere paradigmas. 18% da população global continua a não ter acesso a água potável e 46% continua sem ter acesso a saneamento básico. Como se pode manter uma estrutura urbana em relva, não acessível e apenas decorativa, de elevada manutenção e desperdício de água?

 

 

Os tempos que correm influenciar-nos-ão de uma forma determinante. Os nossos paradigmas e princípios básicos alteram-se. As futuras modas e estereótipos ainda não estão nas revistas porque o mundo está em aceleração.

Propomos a substituição das rotundas de relva por rotundas em betão permeável, de baixa manutenção e elevada resistência. Neste contexto, as rotundas deverão ser um elemento funcional referenciador e que se destaque pela sua simplicidade e baixo investimento.

 

  vs 

 

Mas como desenhar este elemento urbano referenciador, de forma a que resista à ferocidade da sinalética das estradas e se mantenha na memória?

 

 

Na segunda metade do séc. XX, a Lego assumiu-se como uma referência global na formação das crianças. A facilidade de combinação das peças e criação de objectos, e a sua forma de utilização intuitiva é uma das suas características essenciais.

Neste aspecto as cores são determinantes, designadamente do Lego Duplo (0-5 anos). Em qualquer língua, em qualquer cultura ou região do mundo, há poucas dúvidas ou ambiguidades sobre as suas cores.

 

A convite da Câmara Municipal de Tomar, entendemos propor que as cinco novas rotundas da futura circular de Tomar sejam redesenhadas em betão, com pigmento ou pintadas.

 

 


É nossa convicção que, no contexto actual, todo o investimento público se deverá centrar em estruturas que possam ser usufruídas directamente pelos cidadãos. A unificação e leitura das cinco rotundas poderá ser feita através das cores e de um eixo iniciático de uma rede de ciclovias para a cidade de Tomar, a partir do Politécnico. A diminuição dos custos de manutenção das rotundas, permitirá que o investimento público se redireccione para esta ciclovia.

 

 

 

 

ateliermob + ana cunha luz

 


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7 comentários:
De am a 5 de Fevereiro de 2009 às 18:24
estão a gozar!?
e a segurança rodoviária dessas coisas em betão!?


De ateliermob a 5 de Fevereiro de 2009 às 18:36
As rotundas já lá estão. Qual segurança rodoviária?


De am a 5 de Fevereiro de 2009 às 20:35
as rotundas já lá estão mas são "planas" ou "rasas", rente ao chão
parecem-me menos graves que, em caso de acidente, chocar contra uma aspirina de betão... por muito "permeável" que seja...
desta vez, ah, ah, é que vão mesmo para o bolímetro :)))


De am a 5 de Fevereiro de 2009 às 20:41
e isso da treta do lego é para o quê!?
é para darem uma de BIG à tuga!?
mais valia, sei lá, falarem nas argolas dos jogos olímpicos...
é anedótico
fizeram-me lembrar uma velha história que li num livro do Álvaro Cunhal...


De Anónimo a 6 de Fevereiro de 2009 às 00:23
melhor arrajassem as estradas que estão uma vergonha.


De tms a 8 de Fevereiro de 2009 às 12:16
Caro am, não me parece nada que em caso de acidente seja melhor seguir em frente e esbarrar contra alguém que transita em sentido contrário. Se calhar gostas mais de uma rotunda de nível que há para aí... ;)
Por outro lado parece-me que temos exemplos melhores para o teu bolímetro (já agora não imaginas a quantidade de gente que chega ao nosso blogue pesquisando bolímetro).
Agora essa dos big é que não!
Por fazerem um edifício para a Lego, será que já ninguém pode fazer nada com os Lego's? Nós pegamos na cor e no lego duplo, não na forma ou no método de construção.
Anónimo, melhor arranjassem o mundo, porque aquele asfalto até não está nada mal!


De Mário Duarte a 8 de Fevereiro de 2009 às 20:34
O recurso ao Lego para justificar opções arquitectónicas começa a irritar.
Eu próprio já o fiz (mais em soluções com assemblagens) e sei do que falo...
Enquanto automobilista e ex-motociclista devo dizer que a ideia de uma rotunda / plataforma elevada em betão é assustadora. Aquelas arestas...
Uma vez numa viagem com amigos, fomos parar ao centro da rotunda, e sim, era relva ... fofinha.


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