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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009
ateliermob, às 14:03 | comentar :: comment | 2009.10.27

 

[ENG] This competition was held last year, and the announcement of the winning proposal was published one month ago (here). Our proposal didn't win, but we consider interesting to show its process and methodology (the following text will be in portuguese).

 

[PT] Este concurso decorreu no ano passado e o anúncio da proposta vencedora foi feito aqui. A nossa proposta não saiu vencedora, mas entendemos interessante expôr um pouco do processo e metodologia de projecto.

 

 

Inaugurado em Junho de 2007, o Aquapolis, inscreve-se numa lógica de requalificação das margens do Rio Tejo através, sobretudo, da criação de novas áreas de lazer. Os campos de jogos, a ciclovia ou os actuais dois restaurantes – a Norte e os percursos pedonais e o auditório – a Sul, procuram apoiar a praia fluvial, numa zona que outrora era pouco utilizável para banhos.
O edifício do Centro Naútico virá rematar, a nascente, a intervenção na margem norte Parque Urbano Ribeirinho de Abrantes – Aquapolis. Pela sua implantação e potencial utilização julgamos que o edifício deverá reunir todas as condições para se afirmar como uma âncora e um ícone de toda a intervenção.

 

 

a) Implantação
O programa de concurso definia como valor de referência para a intervenção 1480,00 m2 de área útil e o limite da área bruta de construção de 1776,00 m2. Recorrendo às formas básicas quadrado (fig. 01) e círculo (fig. 02) desenhámos a volumetria no território, pensando num edifício com um piso. Embora a utilização de 2 ou 3 pisos tenha sido considerada foi posta de lado por julgarmos que o edifício em causa, seja pelas funcionalidades que alberga seja pelos sobre-custos associados à mobilidade universal, não justificariam mais do que um piso. A escala da implantação do edifício estaria então encontrada.

 

 

 

De seguida, atendendo ao Despacho nº 18 322/2002 no que diz respeito à obrigatoriedade de todas as intervenções naquela área terem de ser acima da cota da cheia dos cem anos (+ 35.00), procurámos aproximar o edifício da referida cota natural no topo noroeste do terreno, alinhando o seu limite sul pela rua já estabelecida pelos arruamentos existentes (fig. 03).
Do corpo resultante, talhámos dois caminhos por forma a constituir três blocos funcionais (fig. 04): público – próximo das zonas de entrada do edifício, treino e armazém - directamente relacionado com a rampa que leva ao rio, o que correspondia à leitura diagramatica que fazíamos do programa:

 

 

Desta forma, cruzando o diagrama com a fig 04. obtemos uma circulação interior conforme a fig 05.

 

 

A partir do momento em que temos a estrutura funcional do programa desenvolvida e enquadrada importa adaptar a forma às duas entradas principais a norte. Uma, mais aberta, servirá de entrada principal do público e de funcionários, sempre através da zona de recepção e com um pátio a ser desenhado em torno de uma árvore. A segunda entrada, de serviço e para cargas e descargas de embarcações, servirá o armazém. Através deste processo diagramático aqui racionalizado chegámos à implantação do edifício.

 

 

b) Carácter Icónico

Se é verdade que a obtenção da forma geral do edifício decorreu a partir de um processo de progressiva racionalização dos dados do programa e da sua envolvente, era um dado adquirido que com esta solução parte da problemática residiria na resolução da relação entre o dentro e o fora, e em limite, na pele do edifício.
A solução proposta, depois de repetidamente testada e corrigida, é desenhada a partir de painéis de aglomerado de madeira e cimento perfurados. Com uma aparente estrutura de perfuração irregular, os painéis basear-se-ão na repetição de quatro módulos (posicionados de quatro formas diferentes), revestindo o edifício e permitindo que a entrada da luz natural a nascente, sul e poente seja coada por este filtro irregular.
A pele origina uma fachada ventilada, ora revestida a vidro e sombreada interiormente através de telas, ora totalmente aberta, como no caso do armazém (à excepção da zona oficinal), onde se considera haver enormes vantagens em ser ventilado naturalmente.
Os três corpos que se destacam projectar-se-ão sobre o Rio, através de uma estrutura em consola, que balança sobre o parque criado.

 

 

 

 

c) Estrutura Funcional

Conforme anteriormente descrito, o programa encontra-se dividido em três corpos funcionais: Público, Treino e Armazém.
No corpo Público a entrada é feita a partir do pátio principal, para um átrio e recepção. A entrada é dramatizada pela expressão interior da pele proposta, e pela forma como ao longo do dia vai coando a luz do sol. A partir da entrada, os fluxos do público e dos funcionários do Centro Náutico é dividido. O espaço de átrio ou o pátio exterior (quando as condições climatéricas assim o permitam) serão as zonas de espera preferenciais. Os espaços de trabalho (gabinetes da administração e administrativos) estão recolhidos a norte, após a zona de charneira da recepção, e com entradas separadas embora possam comunicar internamente. O público que se destina à Sala Polivalente aguardará no átrio próximo da recepção e entrará directamente para a sala através de um corredor, onde também se posicionam as instalações sanitárias públicas. A Sala Polivalente poderá igualmente ser atingida através de uma entrada secundária, que dá acesso às instalações sanitárias do pessoal e vestiários (obrigatórios conforme legislação de Higiene e Segurança no Trabalho).
O corpo designado como Treino, destina-se a um segundo nível de utilizadores do edifício – utilizadores regulares. Sendo o seu acesso feito através da entrada principal e da recepção, os utilizadores acederão, em primeiro lugar, à zona dos balneários, restrita ao público em geral, distribuindo-se a partir daí pelo ginásio ou tanque de treinos.
Da re-interpretação dos tanques de treino visitados, parece-nos que neste caso este espaço se poderá relacionar visualmente com o pátio de entrada. Embora o seu sistema de circulação de águas implique que se crie um canal subterrâneo na zona do pátio. Parece-nos igualmente bastante vantajoso, que através do uso do tanque, quem entra neste edifício se possa aperceber rapidamente das suas actividades principais. O tanque de treinos poderá ser uma das melhores apostas.
As zonas de águas, do corpo Público e de Treino, estão directamente relacionadas e concentradas no eixo de ligação dos diferentes corpos, para diminuir os gastos e perdas energéticas e para que se consiga diminuir e concentrar ao máximo as infra-estruturas necessárias para os diferentes usos.
Por último o corpo dos armazéns é ventilado naturalmente, à excepção da zona oficinal. Com ligação directa ao tanque de treinos e a nascente à rampa que dá acesso ao Rio, julga-se será a localização mais razoável para este espaço que requer quase metade da área de todo o centro náutico. A sua estrutura é em open space, por forma a que se consiga adaptar facilmente uma qualquer estrutura de armazenamento das embarcações.
É ainda de salientar que, dos três corpos, apenas se considera necessário a existência de ar condicionado no primeiro, seja pela solução da fachada ventilada seja pela utilização de ventilação forçada no ginásio e tanque de treinos. Esta solução permite que o edifício possa efectuar um bom registo em matéria de certificação energética.

 

 

 

 

 

 

 


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