Domingo, 6 de Abril de 2008
[sem tradução]
The photographer Robert Wright, noticed our proposal for Parque Mayer, that uses his Lisbon Color Palette. Thanks Robert!
Sexta-feira, 21 de Março de 2008
Quinta-feira, 20 de Março de 2008
Temos novidades nas sínteses dos projectos da coluna da direita. Novos projectos e um novo sistema de reprodução online das paginas síntese de cada projecto através da plataforma
Issuu. Mais rápido e acessível.
We have new projects online, registered on the right column of this blog. We have started to post our PDF files on Issuu platform. It's faster and easier.#004 (a)#004 (b)#009#014#015#019#023#025#026#027#030#031#033
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coluna da direita | right column
Quarta-feira, 12 de Março de 2008
MEMÓRIA DESCRITIVA"A presente proposta, procura consolidar e relacionar a área de intervenção com a cidade existente a partir da alteração da sua escala, redefinição de espaços públicos e criação de novos eixos de permeabilidade com o território urbano limítrofe. Em torno do ascensor e da nova rua proposta, desenha-se um eixo pedonal que relaciona a Av. da Liberdade com uma parte alta da cidade - Príncipe Real, R. Escola Politécnica e Bairro Alto. Esta rua tem potencial para estabelecer uma relação natural com os circuitos culturais mais marcantes na cidade de Lisboa (ver ASCENSORES DE LISBOA). A partir da actual entrada do Parque Mayer, desenha-se a segunda via, num primeiro troço de acesso condicionado e posteriormente como via pública secundária, para residentes e acesso às estruturas comerciais. Na proposta, opta-se por manter dois dos Teatros existentes, Capitólio e Variedades, por se considerar que existe um valor patrimonial que não pode ser menosprezado, ao nível da consciência colectiva do Parque Mayer, enquanto estrutura de diferentes Teatros. O Variedades embora não tenha a relevância arquitectónica do Capitólio, em termos urbanos, desenvolve uma interessante confrontação espacial com o referido cine-teatro, sendo ainda de equacionar pontuais apropriações dos espaços públicos envolventes propostos como palcos de diferentes actividades – atente-se ao potencial uso como anfiteatro das escadarias de acesso à rua do ascensor. Os existentes muros de contenção do Jardim Botânico, serão adoçados por intermédio de um conjunto de plataformas que perfazem um percurso até à nova entrada do Jardim, cumprindo um dos objectivos do concurso ao estabelecer a ligação pelo “Parque” do “Jardim” à “Avenida”. Ao nível da estruturação do edificado procura-se repetir a escala das áreas urbanas consolidadas a Sul e Este, utilizando a tipologia de quarteirões com logradouros de solo permeável, potencialmente apropriáveis como hortas urbanas."
ASCENSORES DE LISBOA"Em 1890, a Câmara Municipal de Lisboa, no contexto da construção da rede de ascensores que ainda hoje existe (Lavra, 1884; Glória, 1885; Bica, 1893), propôs a construção de um novo ascensor que ligasse a Av. da Liberdade ao Jardim da Escola Politécnica. Passado uma década a proposta mantinha-se ora utilizando a R. da Alegria ora a R. do Salitre. A presente proposta procura consolidar a estrutura de ascensores da cidade de Lisboa, propondo um novo ascensor, desta feita, ligando o Parque Mayer (Av. da Liberdade) ao Jardim do Príncipe Real (R. da Escola Politécnica). Aproveitando a estrutura de logradouros existente e a sua relação, por resolver, com os muros do Jardim Botânico, procura-se desenhar uma rua pedonal com ascensor e de trânsito condicionado. O seu comprimento é sensivelmente igual ao do Ascensor da Glória, pretendendo-se afirmar esta nova rua como um eixo de carácter cultural/comercial. Este carácter poder-se-á garantir com a potenciação das instituições culturais existentes no local – Hot Clube de Portugal (bar), Alfarrabistas e Teatros requalificados, e das que possam vir a transferir-se – Hot Clube de Portugal (escola), bares especializados (música africana, lounge, etc.) e outras estruturas culturais que aspiram regressar ao centro de Lisboa – Ler Devagar, por exemplo. Por outro lado, a estrutura de hotéis existente na Av. da Liberdade e as que estão para surgir no Príncipe Real, servem de âncora para uma ligação com natural apetência turística. Nas traseiras da Av. da Liberdade, com início no Parque Mayer e até ao Jardim do Príncipe Real, passar-se-á a desenhar uma nova estrutura de cidade de escala contida, que possa funcionar vinte e quatro horas por dia, e que se constitua como um braço de ligação ao topo do Bairro Alto."

ateliermob + Joana Taxa Figueiredo + Betar
[
no english translation]
Terça-feira, 11 de Março de 2008
1º | Aires Mateus (seleccionado)
2º | ARX Portugal (seleccionado)
3º | Vão Arquitectos (seleccionado)
4º | Souto de Moura (seleccionado)
5º | Gonçalo Byrne (seleccionado)
6º | Alberto Sousa Oliveira
7º |
ateliermob7º | Fragmentos - Rui Santos
9º | Manuel Taínha + atelier do chiado
10º | Viana Baptista
11º | Manuel José Damásio
12º | João Santa-Rita
13º | Entre Rectas - Eduardo Capêlo
14º | Paulo Serôdio Lopes
15º | Pedro Ravara
16º | João Appleton e Isabel Domingos
17º | Francisco Silva Dias
18º | AN Arquitectos - Nuno Malheiro
19º | INOV Paisagismo - Rui Sá Correia
20º | Arquitecturas Associadas - João Paulo Martins
21º | FABER - Royal Ascoring
22º | João Rosário
22º | NPK + EMBAIXADA Arquitectura
22º | Saul Canney
22º | Contemporânea - Manuel Graça Dias e Egas José Vieira
22º | Marc Henry
22º | José Barros Gomes
Atenção: Os resultados, para além de provisórios, são os que conseguimos perceber do que foi dito em sede de Acto Público. Qualquer erro ou omissão detectada, queiram fazer o favor de nos informar.
Os trabalhos das equipas seleccionadas poderão ser vistos
aqui.
Em breve colocaremos online a nossa proposta.
Segunda-feira, 3 de Março de 2008
Parabéns aos seleccionados: Aires Mateus, ARX, Vão, Souto Moura e Gonçalo Byrne.
Em breve publicaremos a nossa proposta que ficou em 7º Lugar a 3,60% do 5º classificado. Demasiado próximo para sorrirmos. Sexta-Feira sai outro resultado.
[no English translation]