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Domingo, 20 de Setembro de 2015
ateliermob, às 16:05 | comentar :: comment | 2015.09.20

ano do design.jpg

 

[PT] O projecto expositivo para a exposição "Tanto Mar - Portugueses fora de Portugal" na Garagem Sul do Centro Cultural de Belém foi seleccionado para constar do livro Portugal by Design - O Melhor do Design Nacional, publicado no âmbito do Ano do Design Português
(reportagem fotográfica FG+SG)

[ENG] The project for the exhibition "Tanto Mar - Portugueses fora de Portugal", at Garagem Sul of Centro Cultural de Belém was selected to integrate the book Portugal by Design - O Melhor do Design Nacional, published within the scope of Ano do Design Português (Portuguese Design Year)
(Photo report of FG+SG)

63.jpg

 

 

129.jpg

 

 



Quarta-feira, 27 de Agosto de 2014
ateliermob, às 12:40 | comentar :: comment | 2014.08.27

 

 

| entrevista realizada por Luís Santiago Baptista e Paula Melâneo |

 

arqa: A exposição “Tanto Mar: Portugueses fora de Portugal”, com curadoria do Ateliermob e patente na Garagem Sul do Centro Cultural de Belém, procura chamar a atenção para os aspectos políticos e sociais da arquitectura, que poderíamos dizer caracterizam a disciplina da arquitectura desde a modernidade e que estão hoje indiscutivelmente na ordem do dia. Como poderemos definir hoje a ideia de “arquitectura social”?

Entusiasmar-nos-ia a todos começar por declarar que o mundo mudou e que a “arquitectura social” representa o eclodir de um fantástico mundo novo. Mas isso não é verdade. Se o mundo tem vindo a mudar não parece ser em prol de uma visão mais humanista e solidária entre povos e a dimensão política e social da arquitectura nunca deixou de existir mesmo naquelas alturas em que parecia bem que os arquitectos se declarassem como apolíticos, trabalhadores da forma e executantes de programas.
O que nos parece particularmente interessante no plano global é a existência de um processo de reacção às práticas de arquitectura muito mediatizadas num passado recente e isso está a fazer com que o discurso sobre a prática seja mais plural e aponte para novos e diferentes caminhos. A produção e emergência de novos conteúdos marginais à oligarquia que se havia constituído aumentou a riqueza da discussão em torno da disciplina.
Por outro lado, revelam-se práticas que, nunca tendo deixado de existir, voltam a ser valorizadas, reabrindo discussões que não podem sair dos nossos estiradores como
a importância e os problemas da participação, o papel social do arquitecto ou o papel da arquitectura em cada uma das fases do processo.
Quanto à definição de “arquitectura social” é uma discussão que gostámos de recuperar mas que não pretendemos encerrar. A meio deste processo de reflexão o Fernando Bagulho enviou-nos um texto (nunca publicado) do sempre ponderado e acutilante Manuel Taínha em que coloca a arquitectura como mediadora “entre as ciências e o mundo da vida”. Olhando para os quase dez anos de prática do ateliermob não há forma de esconder que é nessa definição que nos temos vindo a encaixar.

 

arqa: A exposição começou por ser sobre “Arquitectos fora de Portugal”, mas acabou por ser apresentada como “Portugueses fora de Portugal”, integrando protagonistas de outros campos de conhecimento e assim afastando-se de uma perspectiva meramente disciplinar. Mas não se cingindo aos arquitectos esta é assumidamente uma exposição sobre arquitectura. Até que ponto e em que sentido estamos aqui a falar do trabalho do arquitecto?

Partimos para esta exposição preocupados em construir um processo de investigação – que só foi possível com o apoio da dgartes - crentes que a exposição seria o resultado das sínteses que conseguíssemos fazer desse processo. Na verdade essa alteração da palavra foi um momento charneira.
Rapidamente conseguimos muitas histórias de vida que nos conduziam para o que poderia vir a ser uma exposição monográfica sobre as pessoas ou sobre a emigração. Mas não era isso que queríamos fazer. Interessava-nos mais os projectos e os processos.
Mais do que uma exposição que chorasse a “mala de cartão” queríamos aprender e expor conteúdos e abordagens em diferentes geografias, escalas e contextos. Sentíamos que este era um momento para juntar, sem olhar a idades ou percursos académicos, mas também para abrir discussões fracturantes que, em Portugal, nos possam retirar dos castelos de certezas sobre a “arquitectura portuguesa” em que nos sentimos mais confortáveis.
Por outro lado, ainda que a exposição esteja pensada para ser itinerante, foi feita com o apoio do Centro Cultural de Belém e para a Garagem Sul. Este facto aumentava a sua carga simbólica ao ser vista pela primeira vez a partir da instituição que está a recuperar o seu papel central e, infelizmente, único na promoção e divulgação da arquitectura em Portugal de uma forma aberta e plural.
O Tanto Mar é, definitivamente, uma exposição de arquitecturas.

 

arqa: Outra das questões levantadas por “Tanto Mar” é inevitavelmente a recente emigração massiva dos arquitectos portugueses. Como refere: “Não será necessário alongarmo-nos para que se perceba que está em curso uma vaga de emigração sem precedentes, desta feita, protagonizada sobretudo por jovens técnicos qualificados à procura do primeiro emprego”. No entanto, nessa “vaga de emigração” concentram-se nos arquitectos que desenvolvem uma “atitude transformadora a partir das questões sociais”. Como definem e caracterizam essa relação entre a emigração portuguesa e a arquitectura de vertente social? Qual o nexo de causalidade entre ambas?

Sim, esse é um tema inevitável, ainda que o tenhamos propositadamente secundarizando.
Mas há uma constatação curiosa que não podemos ignorar, há uma sub-representação de nascidos entre 1950 e 1974, somente garantida por Rigo – cuja formação não provém da arquitectura – e por Miguel Saraiva como atelier local - no Brasil - de um processo iniciado pelo Estúdio Amatam no Cabuçu de Baixo. Já nas gerações anteriores encontramos Cristina Salvador, Fernando Bagulho e o José Forjaz, por exemplo, que foram actores principais da história do pós-25 de Abril, em Portugal e em Moçambique, respectivamente, e Osório Lobato que realiza a esmagadora maioria da sua vida profissional na Holanda. Por outro lado, os participantes que nascem depois do 25 de Abril não falham uma referência ao SAAL. Não nos parecendo que isto se resolva com uma relação genética parece-nos que há um grande respeito e admiração pelos momentos revolucionários passados em Portugal, o que confere à maioria uma particular predisposição cultural para desejar participar nestes processos.
Por outro lado também nos parece óbvio que a facilidade de comunicação com línguas de largo espectro como o inglês, espanhol ou português abre um enorme campo de acção em territórios da prática em que a comunicação com muitas pessoas é fundamental.

 

arqa: Sendo um tema absolutamente pertinente no actual contexto de crise, a investigação concentra-se na participação portuguesa em contextos internacionais. Porém, pressente-se que essa opção deixa de fora alguns arquitectos e colectivos portugueses com trabalho muito significativo dentro do país. Porque não integraram as intervenções arquitectónicas nacionais no vosso programa? Tendo em conta a continuidade do projecto na plataforma online, estão a pensar vir a fazer essa integração no futuro?

A exclusão territorial foi decidida desde o início e também não integrará a futura base de dados. Mal ou bem, isso é matéria para outros o dizerem, o ateliermob é actor de alguns desses processos no território nacional e por isso não nos consideramos habilitados para o fazer, nem nos parece que fosse desejável. Aliás, esse é um dos desafios que deixamos para quem o queira aceitar.
Por outro lado, depois de ter entrado tarde na cultura arquitectónica em Portugal (por comparação com o que já se discutia pelo mundo fora) e ainda que permaneçam algumas resistências que desdenham parte significativa destas práticas considerando-as fora da arquitectura, a última edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa, a representação portuguesa na Bienal de Arquitectura de Veneza e, de uma forma mais modesta, esta exposição criaram condições para se repensar a arquitectura realizada por portugueses fora da prateleira que lhe haviam destinado e que, no contexto actual do país, servia de pouco à generalidade das pessoas.
A plataforma online estará disponível no dia seguinte ao encerramento da exposição – 21 de Julho.
No que diz respeito às possibilidades de itinerâncias da exposição só temos tido propostas do estrangeiro, ainda que seja o nosso desejo expô-la em, pelo menos, mais um local em Portugal.

 

arqa: A exposição desenvolve-se em volta de “cinco temas”, a saber “emergência, escassez, urbano, informal e formal”, apresentado posicionamentos e atitudes diversificadas por parte dos arquitectos e colectivos participantes. Como chegaram a esta estruturação temática? Existem algumas conclusões que se podem desde já retirar da forma como as diferentes práticas apresentadas se distribuem nesse universo temático?

A estruturação destes cinco grupos partiu das condições a partir do qual é desenvolvido o projecto.
Esta exposição permitiu-nos fazer um diagnóstico, mais do que retirar conclusões. Na verdade parece-nos cada vez mais claro que, depois da exposição, partiremos para a construção de um livro no qual se deverá aumentar o número de projectos e estender a investigação por forma a que nos permita verificar alguns dados para os quais esta exposição aponta e esclarecer algumas questões que foram sendo lançadas.
Por outro lado também nos interessa cruzar as nossas sínteses com as de outros países para perceber a dimensão, os centros, as referências do que se está a passar.


arqa: A exposição apresenta uma perspectiva inter-geracional, não se cingindo às gerações mais novas e à problemática da emigração recente. Por outro lado, apresentam “criadores portugueses” que trabalham em diferentes posições e estádios profissionais, sejam arquitectos chefes, coordenadores de projecto ou colaboradores. Em que medida existe aqui uma crítica à ideia do arquitecto autor?

Provavelmente essas serão as questões que mais incomodam e ameaçam quem quer continuar a viver numa prática entre “colaboradores” e “arquitecto-chefe”.
Indiscutivelmente as práticas profissionais contemporâneas em torno da arquitectura exigem, por um lado, pluridisciplinariedade, por outro, trabalho colectivo. Nesse sentido a ideia do arquitecto-chefe está sob ameaça e todos – profissionais e cidadãos - temos a ganhar com isso. Isto não quer dizer que não haja hierarquias nem que não possa haver uma liderança deste ou daquele processo, mas que os fenómenos de liderança estão mais difusos e são processos naturais e não impostos por quem tem a idade, o capital ou a posição institucional para o fazer. Essa é uma alteração de paradigma que, em Portugal, é particularmente visível no nome que os ateliers vão tomando e que provoca incomodidade a quem se sente ameaçado.
Repare-se que, mesmo em estruturas de organização mais tradicional cujo trabalho é exposto no Tanto Mar, como o Atelier Metropolitano - em que pontifica Jorge Mario Jauregui – ninguém levantou problemas em reconhecer a importância da participação de Nuno André Patrício e da “não-arquitecta” Linda Miriam Cerdeira.
Em boa verdade, assumimo-lo não como uma crítica mas como um dado, produto da nossa experiência e da orgânica dos ateliers com que vamos contactando. Não podemos achar que é muito interessante esta ideia dos novos colectivos e escrever odes à multidisciplinariedade e esperar que se esvazie, sem trazer alterações substanciais nas práticas contemporâneas de fazer arquitectura.

 

arqa: A exposição revela aspectos curatoriais inovadores na forma como o processo de investigação foi sendo desenvolvido. Desde logo, a exposição é um work in progress, partindo de um open call com o objectivo de convocar o trabalho, muitas vezes desconhecido, que está a ser desenvolvido nesta área por todo o planeta. Por outro lado, a meio do processo realizaram uma série de mesas-redondas em que convidaram várias pessoas a levantar questões e debater a evolução da exposição. Finalmente, editou-se uma brochura com reflexões críticas que expandem o tema da exposição. De que forma foram estes processos de open call e feedback importantes para a exposição?

A construção desta exposição procura aplicar um pouco da prática do ateliermob, mais do que fazer uma reflexão sobre curadoria, e inscreve-se na necessidade que sentimos de estar continuamente a desenvolver trabalho de investigação paralelo que possa complementar a nossa prática e/ou criticá-la.
Neste caso foi fulcral conseguir discutir quatro meses antes da abertura da exposição alguns conceitos inerentes aos trabalhos que íamos recebendo e, sobretudo, fazê-lo com um leque alargado de pessoas que reconhecemos como os que melhor nos podiam ajudar e que, por outro lado, não pensasse necessariamente o mesmo. Aos contributos dos convidados juntou-se os do público e de quem assistiu à cobertura online no site do Diário de Notícias. A partir daí foram chegando ainda mais reacções. Antes das mesas redondas perspectivávamos uma exposição com menos perguntas e mais conclusões, procurando definir conceitos de uma forma tilliana (Jeremy Till). Aquele momento em Dezembro fez-nos perceber que queríamos provocar o debate e que era necessário, sobretudo, trabalharmos na forma de mostrar de uma forma muito rigorosa os conteúdos que tínhamos.
A brochura é um documento promovido pelo CCB para a qual foram convidados três dos participantes nas mesas redondas, o que muito enriqueceu a exposição acrescentando debate, reflexão e crítica às suas temáticas.



Quarta-feira, 23 de Julho de 2014
ateliermob, às 10:17 | comentar :: comment | 2014.07.23

 

[PT] O site do Tanto Mar está online. A partir de agora qualquer português a trabalhar fora de Portugal poderá enviar trabalhos para enriquecer esta base de dados de acesso aberto. Pedimos toda a divulgação que entendam fazer. Quanto mais longe chegar, melhor serão os seus conteúdos.

 

[ENG] Tanto Mar website is now online with new features. From now on, every Portuguese working outside of Portugal is able to apply his work to this open source database. Please share it through your contacts. Further we get, wider and better content we will show.


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Sexta-feira, 27 de Junho de 2014
ateliermob, às 09:28 | comentar :: comment | ver comentários (1) | 2014.06.27

 

Imagem FG+SG

 

A última visita guiada à exposição Tanto Mar na Garagem Sul do CCB realizar-se-á amanhã - dia 28 de Junho - pelas 15h00 com entrada gratuita. Esta visita contará com a presença da equipa de curadoria, alguns dos participantes* e com o Vereador do Pelouro dos Direitos Sociais João Afonso da CML.

 

* participantes confirmados José Osório Lobato, José Castro Caldas, Estúdio Amatam, Paulo Moreira, Fernando Bagulho e Eduardo Conceição (em actualização)


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Quinta-feira, 12 de Junho de 2014
ateliermob, às 10:00 | comentar :: comment | 2014.06.12

 

 


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Quarta-feira, 11 de Junho de 2014
ateliermob, às 17:21 | comentar :: comment | 2014.06.11

 

FG+SG


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Sexta-feira, 23 de Maio de 2014
ateliermob, às 12:17 | comentar :: comment | 2014.05.23

 

 

Em Tanto Mar, mais do que uma arquitectura sem nomes, falamos de uma arquitectura sem egos. É a arquitectura da despretensão e derivação, da recusa de se afirmar como tendência, de ser organizada, de ser doutrina, de ser rotina. Ela não se centra, nem concentra em pensar-se: sai de si, circunda-se, mistura-se e age colectivamente. 

 

Parte I

Parte II

 

 


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Sexta-feira, 16 de Maio de 2014
ateliermob, às 13:21 | comentar :: comment | 2014.05.16

FG+SG

 

[PT] É já amanhã a próxima visita guiada à exposição na Garagem Sul, desta vez acompanhada por uma conversa com a Artéria.

 

[evento no facebook]


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Terça-feira, 22 de Abril de 2014
ateliermob, às 08:00 | comentar :: comment | 2014.04.22

 

(vídeo CCB)

 

[+ info]

 

Com as presenças confirmadas:

José Castro Caldas, Paulo Moreira, Manuela Tamborino (Amatam), Pedro Leitão, José Osório, Duarte Pape e André Costa.

 

*As visitas guiadas realizadas pela curadoria e participantes na exposição são de entrada gratuita e não necessitam de inscrição prévia.

 


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Segunda-feira, 24 de Março de 2014
ateliermob, às 13:18 | comentar :: comment | 2014.03.24

 

Tanto Mar - arquitectura social de Portugal no mundo

 


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Sexta-feira, 21 de Março de 2014
ateliermob, às 19:00 | comentar :: comment | 2014.03.21

 

Centro Comunitário; Manica, Moçambique

Alina Jerónimo e Paulo Carneiro

 

Jardim Edite; São Paulo, Brasil

André Costa

 

5 Escolas Secundárias; Angola
Cristina Salvador e Fernando Bagulho

 

Lar da Universidade; Cabinda, Angola

Cristina Salvador e Fernando Bagulho

 

Inventar(iar) as Roças; São Tomé e Príncipe

Duarte Pape e Rodrigo Rebelo de Andrade

 

The Generator; Saint-Nazaire, França

Eduardo da Conceição

 

Escola da Rocinha; Rio de Janeiro, Brasil

Filipe Balestra

 

Incremental Housing; Pune, Índia

Filipe Balestra

 

A Pequena Califórnia; Dadaab, Quénia

Joana Cameira 

 

Planear sem Orçamento; Bossasso, Somália

Joana Cameira

 

Cabuçu de Baixo, São Paulo, Brasil

João Amaral, Manuela Tamborino e Miguel Saraiva

 

Jakarta Bersih!; Jacarta, Indonésia

João Bentes

 

Capela Candelária; Oaxaca, México

João Caeiro

 

Universidade La Salle; Oaxaca, México

João Caeiro

 

CBF - Centre pour le Bien-être des Femmes; Ouagadougou, Burkina Faso

João Sobral

 

Museu José Garrido; Tumbira, Amazónia, Brasil

José Castro Caldas

 

Fortaleza de São Sebastião; Ilha de Moçambique, Moçambique

José Forjaz

 

Museu das Pescas; Maputo, Moçambique

José Forjaz

 

Transvaal; Haia, Holanda

José Osório Lobato

 

Casalata; Praia e Mindelo, Cabo Verde

Lara Plácido

 

Cottrell House; Londres, Reino Unido

Mariana Pestana

 

Ridley's; Londres, Reino Unido

Mariana Pestana

 

Complexo do Alemão; Rio de Janeiro, Brasil

Nuno André Patrício e Linda Cerdeira

 

Escola de Chuquibambilla; Satipo, Peru

Paulo Afonso

 

Observatório da Chicala; Luanda, Angola

Paulo Moreira

 

Kick for Life Center; Maseru, Lesoto

Pedro Clarke

 

Maliphofu School; Thaba-Tseka, Lesoto

Pedro Clarke

 

Antizoo; Segóvia, Espanha

Pedro Leitão

 

Casa das Baterias; Bambadinca, Guiné-Bissau

Pedro Novo, André Novo e Luís Leal

 

DRM Training; Namíbia

Pedro Salavessa

 

Demoncracy; Califórnia, E.U.A.

Rigo 23

 

Vortex; Haia, Holanda

Samuel Carvalho

 

La Légua; Santiago, Chile

Vitório Leite

 


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ateliermob, às 14:40 | comentar :: comment | 2014.03.21


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Quinta-feira, 20 de Março de 2014
ateliermob, às 09:56 | comentar :: comment | 2014.03.20

 

[link]



ateliermob, às 09:55 | comentar :: comment | 2014.03.20

 

[link]

[P3]



Terça-feira, 18 de Março de 2014
ateliermob, às 10:33 | comentar :: comment | 2014.03.18

 

[+ info]

 


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Plataforma multidisciplinar de desenvolvimento de ideias, investigação e projectos nas áreas da arquitectura, design e urbanismo. É assim que tudo costuma começar. A partir daí trabalha-se tudo o resto. Só é impossível o que não entusiasma, o que não é criativo, o que nos afasta das pessoas.
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Ateliermob is a multidisciplinary platform which develops projects, ideas and research within architecture, design and urbanism. This is the way it usually starts. From this point, everything is worked out. The impossible is to work on the unexciting, on the uncreative, on what diverges from people needs.
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