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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012
ateliermob, às 09:20 | comentar :: comment | 2012.02.28

In early 2011, a public controversy exploded when Bruce Nussbaum, a well-respected American critic and educator with a solid background in the business perspective on design, wrote a post on FastCompany.com titled Is Humanitarian Design the New Imperialism? Nussbaum did not use incendiary language but on the contrary was rather measured in reporting the "rumblings" (his word) of some Asian and in particular Indian designers, who resented the uninvited generosity of US-based design companies big and small such as Project H (small) or IDEO (big). Some of Nussbaum's scepticism perhaps came from his youthful involvement in the Peace Corps, the historical programme founded by President Kennedy in 1961 that has often been accused of pursuing an imperialistic US agenda disguised as humanitarian support and relief.

 

[more]



Domingo, 30 de Outubro de 2011
ateliermob, às 10:52 | comentar :: comment | 2011.10.30

Imagem do filme "Os Índios da Meia Praia" | António da Cunha Telles, Portugal (1976)

 

[PT] Esta semana não foi notícia a cerimónia de homenagem da Ordem dos Arquitectos a importantes figuras da arquitectura nacional, como Bartolomeu Costa Cabral, Duarte Cabral de Mello, Sérgio Fernandez e Cristina Salvador, entre outros. O acontecimento não contou com a presença de qualquer ministro ou secretário de Estado. Este afastamento tem causas e responsabilidades, mas este não é o espaço para os identificar.
Ao longo dos últimos anos, Portugal tem vindo a ser reconhecido pela capacidade de produzir talentos no futebol. O exemplo máximo são os dois títulos de melhor jogador do mundo atribuídos a Figo e Ronaldo, num resultado global apenas superado pelo Brasil e Zidane.
Em sectores mundialmente competitivos, este registo só é equiparável ao da arquitectura. E Siza e Souto Moura – igualmente distinguidos com o galardão máximo do reconhecimento profissional, o Prémio Pritzker – não são casos isolados! Numa classe profissional invulgarmente jovem, 2/3 têm menos de 40 anos, despontam novos talentos pelo mundo fora. A agressiva política de Estado contra as novas gerações, por intermédio de repetitivas “representações nacionais” ou com os ajustes directos a filhos e afilhados, levou a que seja praticamente impossível exercer a profissão em Portugal. O que, na verdade, é insustentável para o país.
O investimento na formação superior está a produzir capital humano qualificado directamente para outros países. Num momento em que vivemos uma situação social gravíssima, que trará consequências da casa ao território, é fundamental inverter este processo.

 

Tiago Mota Saraiva no i



Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011
ateliermob, às 17:55 | comentar :: comment | 2011.10.21

With banks reluctant to make loans, architecture firms are getting creative when it comes to raising capital.

Justin Larson’s firm in Fort Collins, Colo., found itself in a situation facing many small offices at the end of 2009: There just wasn’t enough work to sustain his moderate practice. His bank was steadily reducing his line of credit, and he eventually had to lay off most of his staff. Larson wasn’t alone. A competing firm in Fort Collins was also struggling through the recession. Rather than competing against one another for diminishing commissions, the two firms merged earlier this summer.

Their new firm, Vaught Frye Larson Architects, now employs 12 full-time staffers, and work is streaming in.

“We’ve been capturing more market share just because of the intertwined strength that potential clients see as a result of the merger,” Larson, AIA, says.

It’s true that the Architecture Billings Index was down for four successive months until an upswing in August, and that the economic slump seems to be dragging on. But while some firms are eyeing a belt-tighteningly uncertain near future, others see an opportunity to grow. Some, such as Larson’s, had to shrink first in order to grow, but many are approaching a down market with confidence and optimism. Is this the right time to run to the bank for a loan to expand?

 

read more )

 


[original here]




Terça-feira, 29 de Março de 2011
ateliermob, às 11:40 | comentar :: comment | ver comentários (1) | 2011.03.29

Por Tiago Mota Saraiva - também aqui

 

A atribuição do Pritzker a Eduardo Souto Moura é um prémio justíssimo para a carreira de um atelier. Digo atelier e não arquitecto pois, ao contrário dos casos de Siza, Zumthor ou Mendes da Rocha, neste caso, premeia-se sobretudo a obra de uma entidade por onde têm passado muitos dos melhores arquitectos de várias gerações. De memória, sem rigor cronológico e esquecendo, involuntariamente, tantos outros recordo-me de Paula Santos, Francisco Vieira de Campos, Graça Correia, David Adjaye ou Pedro Mendes... entre tantos outros.

Mas esta também é uma vitória que tem de ser partilhada com a Escola (com "E" grande só pode ser a do Porto). Carlos Ramos, Fernando Távora e Siza Vieira (Álvaro Siza para consumo internacional) e Souto Moura (Souto de Moura para consumo internacional) fazem parte de uma estrutura de sucessão, fortemente defendida e construída por figuras menos conhecidas mas importantíssimas na arquitectura portuguesa do séc. XX como Alexandre Alves Costa, Domingos Tavares e Nuno Portas.

A este lisboeta formado para combater a Escola do Porto, não lhe resta muito mais do que afirmar a sua excepcionalidade na arte de se continuar a recriar, produzindo profissionais para o mundo a um nível apenas equiparável, em Portugal, às escolas do Sporting dos anos 80/90 com Figo, Simão, Nani ou Cristiano Ronaldo - com a vantagem do elo escola-profissão nunca se ter quebrado.

A obra premiada é absolutamente extraordinária, até porque, desenvolvida na sua maioria em Portugal. Ao contrário do que sucede com Siza, todas as mais relevantes obras de Souto Moura foram realizadas em Portugal. Aliás, o país é bem caracterizado pela forma como o próprio relata publicamente como lhe foi entregue o projecto do Estádio do Braga a partir de um telefonema de Mesquita Machado ou pelo seu comentário ontem à noite na RTP2, esperando que este prémio lhe traga algum trabalho.

Souto Moura gosta de caracterizar a obra do seu atelier como de arquitectura anónima, o que não é bem verdade.

Como não podia deixar de ser a obra premiada conta com altos e baixos, mas não posso deixar de me associar ao coro que destaca o Estádio do Braga como uma obra maior ou a importância urbana do Metro do Porto. Talvez quebre a unanimidade quando considero representações menores algumas das suas casas para uma certa burguesia e, em especial, para a que se projecta para a estrela do Real Madrid CR7 - que o Francisco Vale aqui publica.

Mas este também é um prémio para o Eduardo que, ainda na Escola, apresentava um belíssimo projecto ao concurso para um Monumento ao General Humberto Delgado (1979) que aqui deixo a imagem de uma maqueta retirada da lista de projectos de uma monografia publicada pela velhinha e saudosa Blau:

 

 

Por fim concluiria dando nota da célebre decisão de Saramago quando, após o Nobel, deixou de aceitar prémios numa sábia decisão que lhe poupou tempo, elogios palermas e muitos convites para eventos sociais em torno do seu nome. Muito gostaria que Siza e Souto Moura tivessem a mesma clarividência para que a sua arquitectura não seja canibalizada pelos mestres de circunstância.



Quarta-feira, 3 de Novembro de 2010
ateliermob, às 14:47 | comentar :: comment | 2010.11.03

 

[ENG] Crises is creating opportunities on architecture. This is not the generic statement of one bank focused on real estate investments. Low budget and sustainable urban experiences are changing lives and getting the attention of the world. Starchitects are loosing pages on books and magazines for large social interventions by unknown social architects. “Small Scale Big Change - New Architectures of Social Engagement” at MoMA (thanks to Maria de Morais) is the last example of that.

In Portugal we are still celebrating SAAL (1975) and its architects. Architect's new social engagement worldwide might take a decade to be considered at national media or at the official Portuguese representations, although the most interesting new offices are already working on it.



Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
ateliermob, às 10:41 | comentar :: comment | 2009.12.02

 

[PT] O Yearbook 08/09 - Arquitectura em Portugal, da Construir, já está à venda e conta com um texto do Tiago Mota Saraiva.

Ler:  )

 

Os projectos que integram a monografia são os seguintes:

Fundação Iberê Camargo - Siza Vieira;
Ar de Rio, no Porto - Guedes + DeCampos;
Incubadora de Empresas de Vila Verde -Contemporânea;
Hotel Rural do Paço do Pombeiro - EZZO;
Castelo de Castelo Novo, no Fundão - Luís Miguel Correia & Nelson Mota;
Arquivo Municipal de Loures - Fernando Martins e João Santa Rita;
Hotel Axis, em Viana do Castelo - Jorge Albuquerque;
Escola Secundária de D. Dinis, Lisboa - Ricardo Bak Gordon;
Escola da Música de Lisboa - João Luis Carrilho da Graça;
Pabellon Ayuntamiento de Madrid na Expo Zaragoza - Olga Sanina + Marcelo Dantas;
Casa Adpropeixe no Gerês - Carlos Castanheira;
Casa Dr. Reginaldo Spenciere - AUZPROJEKT;
Casa Monte em Grândola - Luis Pereira Miguel;
Casa em Arruda dos Vinhos - Plano B;
Cork House em Esposende - Arquitectos Anónimos.

 



Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
ateliermob, às 18:35 | comentar :: comment | 2009.11.19

[ENG] Some months ago, our friends from Various Architects (public congrats for the World Architecture Festival award!) shown us this great pre-casted structure from Snohetta.



Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
ateliermob, às 13:16 | comentar :: comment | ver comentários (1) | 2009.07.10

“Internacionalizar” a treta, no 5dias por Tiago Mota Saraiva.



Segunda-feira, 30 de Março de 2009
ateliermob, às 14:31 | comentar :: comment | 2009.03.30

[PT] Esta é quase sempre das primeiras perguntas que arquitectos, na casa dos trinta, fazem quando se encontram. E as respostas não variam assim tanto. Há os que fugiram da profissão lançando-se noutros ofícios, os que fugiram do país para se lançarem na profissão e os que optaram por ficar no país e na profissão.
Os auzprojekt foram dos que ficaram e iniciaram a sua actividade profissional no séc. XXI. Não é difícil de imaginar que desde então batalhem diariamente por trabalho - leia-se projectos para obras de custos reduzidos. Nunca ninguém lhes fez chegar o convite para o fim de festa do Dubai, nunca representaram Portugal numa exposição internacional de arquitectura, nem integraram as comitivas de empresários “inovadores” nas visitas de Estado à China ou a outras países com que Portugal pretenda fazer negócio.
Os auzprojekt sempre trabalharam com custos controlados e da crise fizeram o seu alimento. À margem de outros, que repetindo os clássicos do final do séc. XX desenvolvem imagens, fachadas e imaterialidades esperando eternamente o reconhecimento da estratosfera mediática, os auzprojekt retomam o inevitável papel social do arquitecto recolocando a prática de projecto no campo das ideias de onde nunca devia ter saído.
E será que alguma vez saiu?

Tiago Mota Saraiva

(Texto sobre o atelier Auzprojekt publicado na A21, Março 2009, nº 2 sobre "Crise")

 

[ENG] Text by Tiago Mota Saraiva about Auzprojekt published at A21, March 2009, n. 2 "Crises". No english translation.



Terça-feira, 24 de Março de 2009
ateliermob, às 09:27 | comentar :: comment | ver comentários (1) | 2009.03.24

[PT] Na sequência deste post e procurando acompanhar o que se vai dizendo e fazendo sobre a matéria, informamos que a Ordem dos Arquitectos disponibilizou ontem, no seu site, um parecer do assessor jurídico da OA, sobre este assunto.



Segunda-feira, 16 de Março de 2009
ateliermob, às 15:09 | comentar :: comment | 2009.03.16

[PT] Têm-nos contactado frequentemente sobre o que fazer.

Como aqui informámos, a velhinha Tabela foi substituida por um imenso vazio. Argumentou-se que era contra a legislação comunitária, mas ninguém nos diz onde é que está escrito que são proibidas tabelas de valores máximos.

Aliás, é estranho, que o Estado tenha tabelas para a função pública ou para advogados e solicitadores, e não as possa ter para os serviços de arquitectura. A nova lei, passa a permitir que o Estado adquira projectos por valores mais elevados e estimula que apareçam empresas/colegas a fazer tristes figuras.

Há uns tempos descobrimos esta tabela da Associação Portuguesa de Projectistas e Consultores. De qualquer forma parece-nos que a velhinha tabela de honorários ainda nos dá uma boa indicação, embora dependa muito do volume de obra em causa.

Estamos abertos a sugestões.



Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009
ateliermob, às 11:12 | comentar :: comment | 2009.02.11

[PT] Nicolai Ouroussoff no artigo “It Was Fun Till the Money Ran Out” publicado no New York Times, constata que arquitectos anteriormente considerados radicais, são hoje celebrados como figuras máximas da cultura mundial, projectando os mais luxuosos e exclusivos edifícios do Mundo. Com a crise mundial, Ouroussoff, teme que esses projectos não se concretizem.
Dois dias passados, Cameron Sinclair e Kate Stohr respondem a este artigo com uma carta aberta ao New York Times, intitulada “We Regret We Missed the Party. We Were Too Busy Working”, na qual defendem que, para lá da realidade das torres e dos edifícios de joalharia, existe uma revolução em curso que passa por uma emergente e anónima classe de arquitectos, mais preocupada em construir para a comunidade e em lidar com os desafios do futuro (alterações climáticas ou as cíclicas crises, por exemplo).
Interessa-me pouco fazer o julgamento dos arquitectos-estrela e dos seus aspirantes e divulgadores.
A partir desta polémica parece-me que, neste momento e em Portugal, a discussão determinante é sobre a escolha.
Como “prenda” de final de ano às empresas, o governo declarou a suspensão dos concursos que impliquem a selecção de trabalhos de concepção até ao valor de 206.000,00 €. Independentemente de outras questões resultantes desta decisão, o centro da lei de contratação pública de projectos de arquitectura deixa de ser “a solução” ou “o que se compra”, para nos cingirmos na selecção de “quem” queremos que faça. Mais uma vez, ir-se-á insistir na lógica do curriculum ou da amizade em detrimento de se seleccionar a ideia ou a proposta. Se os tempos de crise são historicamente épocas de criatividade e de construção de novos caminhos e soluções, parece que se continua a tentar fechar as portas do futuro.
Lembrando Abraracourcix, de Goscinny e Uderzo, vamos ver se o céu não nos cai sobre a cabeça.
Tiago Mota Saraiva
(publicado na revista "A21" - Janeiro de 2009)


[ENG] Article from Tiago Mota Saraiva published on "A21" - January 2009



Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009
ateliermob, às 13:43 | comentar :: comment | ver comentários (2) | 2009.01.07

Autor Desconhecido, Av. Almirante Reis - Lisboa [obrigado João]

 

Teruhiro Yanagihara, Osaka Collage of Beauty [obrigado António]

 



Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008
ateliermob, às 08:50 | comentar :: comment | ver comentários (5) | 2008.12.30

[PT] Em primeiro lugar parabéns ao Nuno e a toda a equipa. Em segundo lugar, parece-nos revelador de uma certa forma de ver o território e a arquitectura, o modo como o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Faro se refere ao trabalho dos nossos colegas, vencedores de um concurso de arquitectura com mais de 40 propostas e com mais do que provas dadas no ofício.

De qualquer forma, este concurso não augurava nada de bom. Umas semanas após o seu anúncio, era lançado um segundo concurso, que também incluia esta área, não de ideias mas de selecção de projectista.

Os destaques no texto são da nossa responsabilidade.

 

Ilha de Faro vai ter novas dunas nos espaços demolidos

29.12.2008 - 19h17 Lusa in Público

A Ilha de Faro vai ter novas dunas nos espaços demolidos, no âmbito de um projecto orçado em 50 mil euros que venceu o concurso público de ideias para requalificar aquela zona do Algarve. O vencedor do concurso público, o arquitecto Nuno Brandão Costa, propõe a criação de "novas dunas nos espaços demolidos com o objectivo de iniciar o processo de renaturalização da ilha". Novas construções para realojamento dos habitantes da Ilha de Faro, praças, novos acessos à praia, apoios de praia e cais na ria também fazem parte do rol das propostas de Nuno Brandão Costa. Este projecto para a frente de mar da Praia de Faro, no valor que ronda os 50 mil euros, é "um esboço indicativo e não vinculativo", disse hoje o presidente da Câmara de Faro, José Apolinário. O autarca explica que este projecto vencedor deverá "influenciar" o trabalho da equipa projectista que vai desenvolver o Plano de Pormenor para a Câmara de Faro, inserido no Polis Ria Formosa, plano estratégico de valorização e requalificação da Ria Formosa, que envolve investimento na ordem dos 87 milhões de euros. A proposta vencedora do Concurso Público de Ideias é o resultado de um protocolo feito em 1996 que envolvia Ministério da Economia, autarquias algarvias e Ordem dos Arquitectos. Para este concurso público existiram 42 intenções de projecto, mas apenas 28 trabalhos estavam capazes de serem avaliados por um júri de sete pessoas oriundas de vários organismos (CCDR, Ministério da Economia, Câmara de Faro, entre outros). A proposta vencedora vai ser em breve homologada pelo secretário de estado do Turismo e depois todos os projectos candidatos vão estar expostos na Biblioteca Municipal de Faro para "promover um debate sobre o futuro da Praia de Faro", acrescentou o autarca José Apolinário. No projecto de arquitectura vencedor são propostos também novos sistemas de mobilidade, tais como uma ciclovia, TRAM (espécie de comboio), pedonal e trânsito mecânico condicionado. Reconverter a actual estrada urbana numa série linear de passeios e ciclovias, colocar pavimentos uniformes em calçada de pedra da região no sentido longitudinal dos elementos naturais existentes da praia são outras das propostas do arquitecto da proposta vencedora. O vencedor do concurso público de ideias propôs para a sua estratégia "o desenho de um sistema, que se desenvolve na geometria linear do sítio, alastrando-se sobre o território a intervir, acompanhando o sentido longitudinal dos elementos naturais existentes.



Sábado, 11 de Outubro de 2008
ateliermob, às 17:15 | comentar :: comment | 2008.10.11

[PT] Em tempos de crise, muitas medidas têm vindo a ser anunciadas para as PME's. O ateliermob enquanto PME que não se quer individar mas que também não é "gente para grandes lucros", sente-se um pouco à margem dos incentivos.

Contudo para quem, como nós, trabalha com o Estado esta medida teria um enorme efeito: IVA com recibo

A história conta-se rapidamente. Quando uma empresa factura, pode estar meses sem receber. A situação agrava-se em tempos de crise ou se a empresa trabalhar com o Estado, sempre lento a pagar. No entanto, o IVA (20% do valor da factura) é, obrigatoriamente, entregue ao Estado trimestralmente. Ou seja, é frequente, a empresa pagar o IVA antes de o receber.

A alteração proposta é simples e razoável. As empresas passam a pagar o IVA após o receberem.

 

[Apelamos à subscrição desta petição]

[ivacomrecibo.com]



#118


Largo Residências | P3
ateliermob project #118
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ateliermob - arquitectura, design e urbanismo lda.
[PT] Somos uma plataforma multidisciplinar de desenvolvimento de ideias, investigação e projectos nas áreas da arquitectura, design e urbanismo. É assim que tudo costuma começar. A partir daí trabalha-se tudo o resto. Só é impossível o que não entusiasma, o que não é criativo, o que se afasta das pessoas. Desde 2005 temos realizado conferências e temos sido publicados em diferentes latitudes e longitudes. Obtivemos algumas distinções tais como: 1º Prémio no Concurso para o Plano de Pormenor da UP4 na Amareleja [2009]; Projecto seleccionado para o Festival de Arquitecturas Vivas em Montpellier [2009]; 1º Prémio no Concurso para o Novo Cemitério de Moura [2008]; 1º Prémio do Concurso Internacional para a Dinamização das Margens do Rio no Médio Tejo [2007]; Menção Honrosa no Concurso Internacional para o Novo Tribunal de Grande Instância de Paris [2006]. Em 2007 fomos integrados no Top 10 de ateliers emergentes em Portugal, promovido pelo "New Italian Blood". Em 2011 será publicada a nossa primeira monografia.

[ENG] Ateliermob is a multidisciplinary platform which develops projects, ideas and research within architecture, design and urbanism. This is the way it usually starts. From this point, everything is worked out. The impossible is to work on the unexciting, on the uncreative, on what diverges from people needs. Since 2005 ateliermob has worked on different programs for different parts of the world. It has been invited to lectured in Portugal, Spain, France and Canada and its works has been published around the world. Ateliermob got distinguished with the 1st Prize in the UP4 master plan in Amareleja [2009]; with the selection to the Festival of Lively Architecture in Montpellier [2009]; the 1st Prize in the New Moura's Cemetery Competition [2008]; the 1st Prize in the Tagus River Banks International Design Competition [2007]; and the honourable mention in the International Ideas Competition for the Paris Courthouse [2006]. In 2007 it was included on the Top 10 of emerging architecture offices in Portugal by the 'New Italian Blood'. Ateliermob is preparing its first book.
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