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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2017
ateliermob, às 13:55 | comentar :: comment | 2017.01.23

[PT] O Código de Contratação Pública veio desincentivar o pagamento da adjudicação na prestação de serviços de projecto. Salvo situações excepcionais, os prestadores de serviços apenas podem facturar o trabalho após a realização e aprovação da fase a facturar. Estando o compromisso firmado por intermédio de um contrato, este procedimento parece razoável. O que não é razoável é que as entidades projectistas continuem a assinar contratos com cauções sobre os seus serviços, ainda que só sejam pagos após a execução, entrega e aprovação de cada uma das fases. Percebendo-se que é um excelente negócio para a banca - são pagos para não prestarem qualquer serviço (não se imagina que alguma entidade accione uma caução depois de ter aprovado a fase de projecto) - este procedimento não trás qualquer vantagem ao contratante e é uma taxa bancária sobre o trabalho do prestador de serviços.



Domingo, 14 de Setembro de 2014
ateliermob, às 14:32 | comentar :: comment | 2014.09.14


Esta história conta-se assim. Há quase vinte anos, ainda eu e a Andreia andávamos pelas faculdades, sempre que passávamos no Alentejo dávamos um salto a Évora. Se a passagem fosse de poucos minutos, virávamos costas ao património mundial e seguíamos religiosamente ver o que estava a crescer na Malagueira. Com a passagem dos anos a gula imobiliária que massacrou a cidade fez-nos ir perdendo a rela
ção de afecto. Há mais de dez anos que não passava na Malagueira, apesar das viagens pelo imenso Alentejo se terem intensificado.
Contudo, há dias, deparei-me algures com uma pequena fotografia de um anfiteatro ao ar livre em betão, parecidíssimo com o que projectámos e construímos em Rio de Moinhos. Mostrei-o no atelier e a Rita, prontamente, disse-me ser na Malagueira.
Ontem, de passagem para Moura, não pude deixar de ir ver com os meus próprios olhos.
O projecto de Rio de Moinhos foi um parto fácil. Parecia que as soluções já estavam todas na nossa cabeça (lembras-te Verita?).
A minha memória não me permite dizer se já tinha, ou não, estado naquele anfiteatro desenhado por Siza Vieira.
Gosto de acreditar que sim. Gosto de acreditar, como diz a Rita, que ver arquitectura nos abre o léxico de soluções arquitectónicas. Gosto de acreditar que este anfiteatro da Malagueira nos ficou no subconsciente e que nos ajudou a projectar em Rio de Moinhos.

 

tms, escrito ontem no facebook 

 

 



Quarta-feira, 25 de Setembro de 2013
ateliermob, às 10:12 | comentar :: comment | 2013.09.25



17/09 the guardian

Lisbon Architecture Triennale: strictly no buildings allowed, Oliver Wainwright

 

18/09 uncube

Zoom in or zone out?, Rob Wilson

 

19/09 Wallpaper

A tour of 'Close, Closer': the 2013 Lisbon Architecture Triennale, Ellie Stathaki 

 

19/09 Le Monde

Lisbonne, oui ! Mais pas pour la triennale d'architecture, Frédéric Edelmann

 

19/09 A/N blog

Lisbon Triennale shows curators' push toward tactical engagement, William Menking

 

20/09 dezeen

Exhibitions are places to be occupied, not just things to be observed, interview Beatrice Galilee

 

22/09 the guardian

Lisbon Architecture Triennale – review, Rowan Moore

 

23/09 uncube

The Incessant Medium, Nick Axel

 

24/09 ABC

De esta manera no, Fredy Massad 

 

25/09 Arquine

Una ecología de la ideología arquitectónica, Nick Axel

 

25/09 RIBA Journal

Close, but no cigar, Hugh Pearman

 

27/09 Quaderns

Close Closer, the Perec-esque Triennale, Ethel Baraona Pohl

 



Domingo, 3 de Fevereiro de 2013
ateliermob, às 10:06 | comentar :: comment | 2013.02.03

 

 

Cinco livros de arquitectura e tanto mais

 

Há quem diga que a maior diferença entre médicos e arquitectos é que os primeiros enterram os seus erros enquanto que os segundos lhes dão vida. Mas esse é apenas o momento limite em que o erro é irreparável e não será a única diferença entre a profissão que lida com o corpo e a que projecta o espaço em que o corpo vive e se movimenta. Para este escrito sobre livros de arquitectura interessa-nos começar por pensar sobre a forma diferenciada como olhamos e opinamos sobre a medicina e a arquitectura.
Quando nos sentimos mal e para que não nos sintamos mal, procuramos um médico. Na esmagadora maioria dos casos, e ainda que tenha a ver com o nosso corpo, aceitamos a sua opinião sem contestação. A medicina trata do que não vemos, do que temos dificuldade em materializar, do que sentimos que está além da compreensão de quem não estudou medicina.
Um espaço também nos pode provocar doenças, mas é com o médico que normalmente tentamos perceber o que se passa.
Com a arquitectura passa-se o oposto. Na maior parte das vezes, quando temos um problema de arquitectura, tentamos evitar chamar um arquitecto. Todos temos uma opinião ou uma ideia sobre como se poderia melhorar o que está à nossa volta. É algo que podemos, mal ou bem, visualizar e que está dentro da nossa esfera de compreensão e interesse. A capacidade e vontade de todos exerceremos a crítica do espaço que nos circunda, bem como de pensar em alterá-lo, deve ser tida como uma condição inerente à disciplina. Há quem o resuma declarando: a grande arquitectura implica um grande cliente. Mas a relação nem sempre é pacífica.

 

 

____

 

(1) Koolhaas, Rem, and Bruce Mau. S, M, L, XL. Koln, Germany: Taschen, 1997 (1995).

(2) Mau, Bruce. “Incomplete Manifesto for Growth.” 1998. http://www.brucemaudesign.com/4817/112450/work/incomplete-manifesto-for-growth.

“3. Process is more important than outcome.
When the outcome drives the process we will only ever go to where we’ve already been. If process drives outcome we may not know where we’re going, but we will know we want to be there.”

(3) Tafuri, Manfredo. Projecto e Utopia. Lisboa (Roma): Editorial Presença, 1985 (1973).

(4) Montaner, Josep Maria, and Zaida Muxí. Arquitectura y Política - Ensayos para mundos alternativos. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2011.

(5) Alves Costa, Alexandre. Introdução Ao Estudo Da História Da Arquitectura Portuguesa – Outros Textos Sobre Arquitectura Portuguesa. Porto: FAUP Publicações, 2007 (1995).

(6) AAVV. Arquitectura Popular Em Portugal. Vol. I e II. 4ª Ed. Lisboa: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Arquitectos, 2004 (1961).



Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013
ateliermob, às 13:37 | comentar :: comment | 2013.01.25

 

"Cinco livros de arquitectura e tanto mais" 

(tms, amanhã no suplemento cultural do DN - QI) 

 



Domingo, 4 de Novembro de 2012
ateliermob, às 17:54 | comentar :: comment | 2012.11.04

(image by http://klaustoon.wordpress.com/)


[ENG] Ethel Baraona Pohl is one of this friends with whom you don't need to talk much to stay connected. We met her for the first time in 2009 (Barcelona) after changing some tweets, and since then we have always feel surprised by the great work that she and César Reyes share at DPR-Barcelona. Following Tiago's article (English/Italiano) about the "state of the crisis" in Portugal on Domusweb, Ethel has just published a very important look on Spanish crisis (English/Italiano).

 

P.S. - You may also like to read "Tras el tsunami de la crisis" by Anatxu Zabalbeascoa (in Spanish), published some weeks ago at El Pais.



Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012
ateliermob, às 09:17 | comentar :: comment | ver comentários (1) | 2012.10.26

 

[here]



Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012
ateliermob, às 09:20 | comentar :: comment | 2012.02.28

In early 2011, a public controversy exploded when Bruce Nussbaum, a well-respected American critic and educator with a solid background in the business perspective on design, wrote a post on FastCompany.com titled Is Humanitarian Design the New Imperialism? Nussbaum did not use incendiary language but on the contrary was rather measured in reporting the "rumblings" (his word) of some Asian and in particular Indian designers, who resented the uninvited generosity of US-based design companies big and small such as Project H (small) or IDEO (big). Some of Nussbaum's scepticism perhaps came from his youthful involvement in the Peace Corps, the historical programme founded by President Kennedy in 1961 that has often been accused of pursuing an imperialistic US agenda disguised as humanitarian support and relief.

 

[more]



Domingo, 30 de Outubro de 2011
ateliermob, às 10:52 | comentar :: comment | 2011.10.30

Imagem do filme "Os Índios da Meia Praia" | António da Cunha Telles, Portugal (1976)

 

[PT] Esta semana não foi notícia a cerimónia de homenagem da Ordem dos Arquitectos a importantes figuras da arquitectura nacional, como Bartolomeu Costa Cabral, Duarte Cabral de Mello, Sérgio Fernandez e Cristina Salvador, entre outros. O acontecimento não contou com a presença de qualquer ministro ou secretário de Estado. Este afastamento tem causas e responsabilidades, mas este não é o espaço para os identificar.
Ao longo dos últimos anos, Portugal tem vindo a ser reconhecido pela capacidade de produzir talentos no futebol. O exemplo máximo são os dois títulos de melhor jogador do mundo atribuídos a Figo e Ronaldo, num resultado global apenas superado pelo Brasil e Zidane.
Em sectores mundialmente competitivos, este registo só é equiparável ao da arquitectura. E Siza e Souto Moura – igualmente distinguidos com o galardão máximo do reconhecimento profissional, o Prémio Pritzker – não são casos isolados! Numa classe profissional invulgarmente jovem, 2/3 têm menos de 40 anos, despontam novos talentos pelo mundo fora. A agressiva política de Estado contra as novas gerações, por intermédio de repetitivas “representações nacionais” ou com os ajustes directos a filhos e afilhados, levou a que seja praticamente impossível exercer a profissão em Portugal. O que, na verdade, é insustentável para o país.
O investimento na formação superior está a produzir capital humano qualificado directamente para outros países. Num momento em que vivemos uma situação social gravíssima, que trará consequências da casa ao território, é fundamental inverter este processo.

 

Tiago Mota Saraiva no i



Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011
ateliermob, às 17:55 | comentar :: comment | 2011.10.21

With banks reluctant to make loans, architecture firms are getting creative when it comes to raising capital.

Justin Larson’s firm in Fort Collins, Colo., found itself in a situation facing many small offices at the end of 2009: There just wasn’t enough work to sustain his moderate practice. His bank was steadily reducing his line of credit, and he eventually had to lay off most of his staff. Larson wasn’t alone. A competing firm in Fort Collins was also struggling through the recession. Rather than competing against one another for diminishing commissions, the two firms merged earlier this summer.

Their new firm, Vaught Frye Larson Architects, now employs 12 full-time staffers, and work is streaming in.

“We’ve been capturing more market share just because of the intertwined strength that potential clients see as a result of the merger,” Larson, AIA, says.

It’s true that the Architecture Billings Index was down for four successive months until an upswing in August, and that the economic slump seems to be dragging on. But while some firms are eyeing a belt-tighteningly uncertain near future, others see an opportunity to grow. Some, such as Larson’s, had to shrink first in order to grow, but many are approaching a down market with confidence and optimism. Is this the right time to run to the bank for a loan to expand?

 

read more )

 


[original here]




Terça-feira, 29 de Março de 2011
ateliermob, às 11:40 | comentar :: comment | ver comentários (1) | 2011.03.29

Por Tiago Mota Saraiva - também aqui

 

A atribuição do Pritzker a Eduardo Souto Moura é um prémio justíssimo para a carreira de um atelier. Digo atelier e não arquitecto pois, ao contrário dos casos de Siza, Zumthor ou Mendes da Rocha, neste caso, premeia-se sobretudo a obra de uma entidade por onde têm passado muitos dos melhores arquitectos de várias gerações. De memória, sem rigor cronológico e esquecendo, involuntariamente, tantos outros recordo-me de Paula Santos, Francisco Vieira de Campos, Graça Correia, David Adjaye ou Pedro Mendes... entre tantos outros.

Mas esta também é uma vitória que tem de ser partilhada com a Escola (com "E" grande só pode ser a do Porto). Carlos Ramos, Fernando Távora e Siza Vieira (Álvaro Siza para consumo internacional) e Souto Moura (Souto de Moura para consumo internacional) fazem parte de uma estrutura de sucessão, fortemente defendida e construída por figuras menos conhecidas mas importantíssimas na arquitectura portuguesa do séc. XX como Alexandre Alves Costa, Domingos Tavares e Nuno Portas.

A este lisboeta formado para combater a Escola do Porto, não lhe resta muito mais do que afirmar a sua excepcionalidade na arte de se continuar a recriar, produzindo profissionais para o mundo a um nível apenas equiparável, em Portugal, às escolas do Sporting dos anos 80/90 com Figo, Simão, Nani ou Cristiano Ronaldo - com a vantagem do elo escola-profissão nunca se ter quebrado.

A obra premiada é absolutamente extraordinária, até porque, desenvolvida na sua maioria em Portugal. Ao contrário do que sucede com Siza, todas as mais relevantes obras de Souto Moura foram realizadas em Portugal. Aliás, o país é bem caracterizado pela forma como o próprio relata publicamente como lhe foi entregue o projecto do Estádio do Braga a partir de um telefonema de Mesquita Machado ou pelo seu comentário ontem à noite na RTP2, esperando que este prémio lhe traga algum trabalho.

Souto Moura gosta de caracterizar a obra do seu atelier como de arquitectura anónima, o que não é bem verdade.

Como não podia deixar de ser a obra premiada conta com altos e baixos, mas não posso deixar de me associar ao coro que destaca o Estádio do Braga como uma obra maior ou a importância urbana do Metro do Porto. Talvez quebre a unanimidade quando considero representações menores algumas das suas casas para uma certa burguesia e, em especial, para a que se projecta para a estrela do Real Madrid CR7 - que o Francisco Vale aqui publica.

Mas este também é um prémio para o Eduardo que, ainda na Escola, apresentava um belíssimo projecto ao concurso para um Monumento ao General Humberto Delgado (1979) que aqui deixo a imagem de uma maqueta retirada da lista de projectos de uma monografia publicada pela velhinha e saudosa Blau:

 

 

Por fim concluiria dando nota da célebre decisão de Saramago quando, após o Nobel, deixou de aceitar prémios numa sábia decisão que lhe poupou tempo, elogios palermas e muitos convites para eventos sociais em torno do seu nome. Muito gostaria que Siza e Souto Moura tivessem a mesma clarividência para que a sua arquitectura não seja canibalizada pelos mestres de circunstância.



Quarta-feira, 3 de Novembro de 2010
ateliermob, às 14:47 | comentar :: comment | 2010.11.03

 

[ENG] Crises is creating opportunities on architecture. This is not the generic statement of one bank focused on real estate investments. Low budget and sustainable urban experiences are changing lives and getting the attention of the world. Starchitects are loosing pages on books and magazines for large social interventions by unknown social architects. “Small Scale Big Change - New Architectures of Social Engagement” at MoMA (thanks to Maria de Morais) is the last example of that.

In Portugal we are still celebrating SAAL (1975) and its architects. Architect's new social engagement worldwide might take a decade to be considered at national media or at the official Portuguese representations, although the most interesting new offices are already working on it.



Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
ateliermob, às 10:41 | comentar :: comment | 2009.12.02

 

[PT] O Yearbook 08/09 - Arquitectura em Portugal, da Construir, já está à venda e conta com um texto do Tiago Mota Saraiva.

Ler:  )

 

Os projectos que integram a monografia são os seguintes:

Fundação Iberê Camargo - Siza Vieira;
Ar de Rio, no Porto - Guedes + DeCampos;
Incubadora de Empresas de Vila Verde -Contemporânea;
Hotel Rural do Paço do Pombeiro - EZZO;
Castelo de Castelo Novo, no Fundão - Luís Miguel Correia & Nelson Mota;
Arquivo Municipal de Loures - Fernando Martins e João Santa Rita;
Hotel Axis, em Viana do Castelo - Jorge Albuquerque;
Escola Secundária de D. Dinis, Lisboa - Ricardo Bak Gordon;
Escola da Música de Lisboa - João Luis Carrilho da Graça;
Pabellon Ayuntamiento de Madrid na Expo Zaragoza - Olga Sanina + Marcelo Dantas;
Casa Adpropeixe no Gerês - Carlos Castanheira;
Casa Dr. Reginaldo Spenciere - AUZPROJEKT;
Casa Monte em Grândola - Luis Pereira Miguel;
Casa em Arruda dos Vinhos - Plano B;
Cork House em Esposende - Arquitectos Anónimos.

 



Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
ateliermob, às 18:35 | comentar :: comment | 2009.11.19

[ENG] Some months ago, our friends from Various Architects (public congrats for the World Architecture Festival award!) shown us this great pre-casted structure from Snohetta.



Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
ateliermob, às 13:16 | comentar :: comment | ver comentários (1) | 2009.07.10

“Internacionalizar” a treta, no 5dias por Tiago Mota Saraiva.



_ Prémio Excelência 2016 - Reabilitação


ateliermob - arquitectura, design e urbanismo lda.
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Plataforma multidisciplinar de desenvolvimento de ideias, investigação e projectos nas áreas da arquitectura, design e urbanismo. É assim que tudo costuma começar. A partir daí trabalha-se tudo o resto. Só é impossível o que não entusiasma, o que não é criativo, o que nos afasta das pessoas.
[saber mais]

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Ateliermob is a multidisciplinary platform which develops projects, ideas and research within architecture, design and urbanism. This is the way it usually starts. From this point, everything is worked out. The impossible is to work on the unexciting, on the uncreative, on what diverges from people needs.
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