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Terça-feira, 16 de Outubro de 2018
ateliermob, às 11:20 | comentar :: comment | 2018.10.16

image.png

 


Com a crescente mercantilização da cidade no quadro da lógica de acumulação capitalista, agravada em situação de financeirização da economia, que se estende ao espaço urbano e à habitação, assiste-se ao agravamento da segregação e fragmentação socioespacial e à explosão das periferias, em grande parte desqualificadas. Ao mesmo tempo, afirma-se uma consciência crescente dos direitos dos cidadãos e o espaço urbano torna-se palco de múltiplas insurgências em vários lugares do mundo. Reclama-se contra a falta ou a perda de direitos no quadro de uma urbanização neoliberal, marcada pela violência crescente do mercado e, tantas vezes, por uma gestão pública reprodutora da lógica capitalista.

Neste ano de 2018, cinquentenário da primeira edição do manifesto de Henri Lefebvre – Le droit à la ville (1968) –, a noção de Direito à cidade tem sido crescentemente apropriada pelos movimentos sociais urbanos, mas também por diversos discursos sobre a transformação da realidade urbana, com diferentes significados, mais ou menos emancipatórios, vindos da academia, do poder político local e nacional ou das organizações internacionais. Nas múltiplas e diversificadas ações e reações e nos múltiplos discursos diferentes ou contraditórios, configuram-se distintos futuros. Neste seminário pretende-se contribuir para a reflexão teórica sobre a noção do direito à cidade e sobre a sua pertinência hoje para aprofundar a análise crítica do urbano neoliberal, superar a lógica dominante do mercado e do valor de troca e ampliar o campo do possível, reinventando a cidade como obra coletiva e imaginando uma outra sociedade urbana, governada pelo valor de uso, mais justa e inclusiva.

O seminário inclui palestras, mesas redondas com teóricos, especialistas e ativistas, em torno de cinco grandes temas, tendo o espaço da lusotopia como território de estudo: a noção de Direito à cidade; a Nova Geração de Políticas de Habitação em Portugal e o direito à habitação e à cidade; as práticas contra-hegemónicas emergentes de produção coletiva de outro espaço, através de contra-planos e contra-projetos; as intervenções inclusivas e/ou subversivas no espaço público; o papel do ensino e da extensão universitária na ótica da produção coletiva de outra cidade e outra arquitetura. Será ainda lançado um apelo a comunicações científicas e à discussão em painéis temáticos em torno destes grandes temas. O debate alargado permeará todo o seminário, que incluirá visitas de estudo e manifestações culturais e culminará na construção de um manifesto coletivo.

O evento é organizado pelo GESTUAL-CIAUD-FAUL e realizar-se-á em Lisboa entre os dias 05 e 08 de Dezembro de 2018, no quadro de dois projetos de investigação conduzidos pelo GESTUAL, sob a coordenação de Isabel Raposo: um em conclusão, “Subúrbios Habitacionais no espaço da lusotopia”; e outro, em abertura, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e pela Fundação Aga Khan, “África Habitat: da sustentabilidade do habitat à qualidade do habitar nas margens urbanas de Luanda e Maputo”.

 

[+ info]



Quinta-feira, 11 de Outubro de 2018
ateliermob, às 14:41 | comentar :: comment | 2018.10.11

Captura de ecrã 2018-10-11, às 15.00.24.png

 

The AR Food issue with:

Feilden Fowles
Studio FH
Light Earth Designs
IPPR
Metro
Caruso St John
Ateliermob and Colectivo Warehouse
Cooking Sections
Jean Nouvel
Urbain Dubois
Typology: Market hall

 

 

 



Quinta-feira, 4 de Outubro de 2018
ateliermob, às 13:38 | comentar :: comment | 2018.10.04

maquete 1 (rotated & LOW).jpg

 

[PT] Em conformidade com a decisão tomada pela assembleia da Associação de Moradores e Proprietários da Quinta do Ferro no passado dia 2 de Outubro do corrente ano, disponibilizamos o trabalho realizado e entregue em 2017 ao Município de Lisboa, no âmbito de um projecto BIP/ZIP, e que representa o estudo prévio de um plano discutido e sufragado junto de moradores e proprietários da Quinta do Ferro em Lisboa.

 



Peças escritas

Anexo I - Base de Inquéritos
Anexo II - Resultado dos Inquéritos
Anexo III - Planta Geral - primeira proposta
Anexo IV - Listagem de Proprietários e Inquilinos (não disponibilizado)
Anexo V - Caracterização do Existente e Apontamentos de Proposta
Anexo VI - Construção na Quinta do Ferro
Anexo VII - Operações Urbanísticas
Anexo VIII - Operações Urbanísticas - Propriedades Afectadas
Anexo IX - Fotografias da Maqueta
Relatório de Acompanhamento do Processo

 

 

 

Peças desenhadas

URB_ANA_001 Estrutura de Propriedade
URB_ANA_002 Caracterização do Edificado
URB_ANA_003 Planta de Usos - Tipologia do Edificado
URB_ANA_004 Propriedade Privada Municipal
URB_GER_000 Planta de Situação Existente
URB_GER_001 Planta Síntese da Proposta
URB_GER_002 Planta Geral
URB_GER_003 Cortes Gerais
URB_GER_004 Proposta de Reestruturação de Propriedade
URB_GER_005 Planta de Tráfego Existente e Proposto
URB_CCV_001 Planta de Cores Convencionais

 

 


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Terça-feira, 2 de Outubro de 2018
ateliermob, às 15:52 | comentar :: comment | 2018.10.02

[PT] Conferência STEPS Lisboa - Building specialisation strategies on local participation and heritage resourses, projecto piloto desenvolvido no âmbito do programa STEPS da Comissão Europeia - Cidades Interculturais, promovido pelo Município de Lisboa com os parceiros Ateliermob, Fundação Aga Khan, ISCTE - DINAMIA´CET e Solidariedade Imigrante.

 

43049768_10156655660914868_1044512011750211584_n.j

 

[+ info]

 

 

 


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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018
ateliermob, às 08:27 | comentar :: comment | 2018.09.21

Captura de ecrã 2018-09-21, às 08.30.01.png

 

Amanhã participaremos no Lisboa Open House com visitas guiadas:

10:00 Prodac Norte
11:30 Prodac Sul
17:00 Largo Residências

 

De manhã visitaremos os bairros de autoconstrução da Prodac, construídos pouco antes do 25 de Abril. De tarde, a partir das 17:00, estaremos num dos poucos edifícios-resistência que ainda existe no Intendente.

 

 



Segunda-feira, 10 de Setembro de 2018
ateliermob, às 11:26 | comentar :: comment | 2018.09.10

urban_poverty.png

 

Read: "The dilemma of fighting urban poverty: invest into poor people or into poor places?" by Iván Tosics

 

 

 


__
For those who are interested on it, you can get a snapshot during the URBACT City Festival in Lisbon, on Day 2 (14 September) in walkshop 5: 

urbact_fest_walkshop_0.png


(with Iván Tosics, Daniela PattiRés do Chão and us)



Terça-feira, 4 de Setembro de 2018
ateliermob, às 17:30 | comentar :: comment | 2018.09.04

Captura de ecrã 2018-09-04, às 17.32.47.png


New Commons for Europe
 

On 9 December 2016 the Architectural Association in London hosted the event “The Bedford Tapes”, which brought together architects and experts from all over Europe. New Commons for Europe captures the vitality and the doubts of a new generation of architects living at a key moment in the history of the European Union and questioning the role of the profession and the architect’s ability to produce projects and spaces for the common good with an alternative set of resources and profit structure. After the conference a series of interviews were conducted with participants in London, Berlin, Brussels, Paris, Lisbon, and Bucharest. The book chronicles both the event and the interviews, which have developed into an ongoing European conversation between architectural figures that takes a new reading of the boundaries of the discipline and its interactions with political, economic, and social factors.
Texts: Flavien Menu, Holly Lewis – We Made That, Mathieu Delorme, Aurélien Delchet – Atelier Georges, Alex Axinte, Cristi Borca – Studio BaSAR, Anthony Engi Meacock – Assemble, Jack Self – REAL, Tiago Mota Saraiva – Ateliermob, Markus Bader – Raumlabor


[+ info]

 

 

Captura de ecrã 2018-09-04, às 17.35.37.png


5th Annual Lecture in memorial of George Paraskevaides - University of Cyprus

[PDF]

[video]

 



ateliermob, às 08:56 | comentar :: comment | 2018.09.04

 IMG_20180829_125548_500px.jpg

 

IMG_20180829_153800_500px.jpg

 


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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2018
ateliermob, às 17:59 | comentar :: comment | 2018.08.27

amobMarvila0203_.jpg

 

 

Refugi.Arte em Marvila is an art-based inclusive shelter for refugees, economic migrants and low-income residents in Marvila district, located in the eastern part of Lisbon municipality. So far, a local architectural cooperative ‘Working with the 99%’ has been spearheading the process. The ultimate objective is to contribute to the inclusionary revitalisation of Marvila Street and surrounding areas through the rehabilitation of a municipal under-used heritage facility: Marquês de Abrantes Palace.

[continue reading at the UCLG webiste]



Quinta-feira, 19 de Julho de 2018
ateliermob, às 11:45 | comentar :: comment | ver comentários (1) | 2018.07.19

Quest_16_foto1.jpg

 

[PT] O edifício popularmente denominado como Torre de Relógio é uma construção nunca concluída, tendo vindo a ser construído por impulsos de financiamento da população. Ao longo dos anos a construção de paredes e arcos vigiados pela torre (elemento mais alto de toda a aldeia) terá sido muita coisa, entre as quais, local de enterramentos no séc XIX em virtude de uma crise de peste que se abateu por aquelas terras alentejanas. O projecto proposto foi a conclusão do edifício, nomeadamente, a realização da sua cobertura, criando, no seu interior, um espaço polivalente que pudesse albergar programas de carácter religioso, cultural ou eventos das mais diversas índoles como já sucedia até entrar em obra.

 

IMG_2794.jpg      IMG_2788.jpg

 

Uma das questões que nos pareceu mais interessante foi perpetuar no tempo a imagem destes impulsos populares que ao longo dos anos foram fazendo crescer o edifício, manifestados nas diferentes técnicas de emparelhamento das pedras e concepção de arcos e vãos. Nessa medida optámos por manter as texturas e todos os seus relevos sem rebocos dando apenas uma pintura de branco que serve de ponto comum no seu interior e que mitiga os locais em que temos de refazer os agregados de diferentes épocas que consolidam as pedras. 
 

IMG_4007.jpg

 

IMG_4015.jpg


Na fase de projecto pareceu-nos óbvio que a própria torre devia ser contaminada dessa pintura para poder, no seu exterior, realçar o emparelhamento das robustas paredes e o novo material da cobertura - aço corten. Para a maioria da população não.
Assim que a torre começou a ser pintada de branco começaram a chegar-nos notas de revolta. A nossa primeira reacção foi tentar explicar que o projecto havia sido aprovado com aquela pintura (e sem objecções de qualquer entidade) e que as pessoas ainda não estavam a perceber a relação com o novo material introduzido. Mas, passado uns dias, decidimos montar um processo de consulta popular. Produzimos quatro soluções e fomos para a rua.
O resultado não foi de sentido único, mas a manutenção das cores anteriores - Amarelo Alentejo e Vermelho Málaga - obteve um pouco mais de 50% dos votos. A proposta de pintura de branco ficou com um terço dos votos, sobretudo, da população mais jovem. A discussão foi radicalizada como é próprio de terras quentes, mas todos queriam participar e sentir que estavam a decidir sobre o edifício mais importante da aldeia. Inclusivamente os trabalhadores da obra exigiram participar.
O que fazer? Discutimos muito internamente.
A prática de arquitectura é um acto de produção de espaço - urbano ou não, público o privado, pelo que se constrói ou pelo que resulta fora do que é construído - que tem sempre uma componente com impacto público. Essa prática estabelece conflitos e mediações, e compete aos arquitectos escolher caminhos de forma consciente. A pintura talvez fosse mais importante para as pessoas que hoje habitam a Amareleja, do que para nós.
O nosso entendimento, depois da consulta, é que há, de facto, um imaginário popular de relação com as cores da torre. Apesar do novo edifício ir construir uma nova realidade, as cores são um elemento fundamental da memória colectiva que deverá ser tido em conta como as características do terreno, a envolvente urbanística ou as condicionantes topográficas. Nessa medida, apesar de nos permitirmos algumas correcções no esquema de cores da torre, entendemos que a memória colectiva da cor é um dado que deve ser tido como uma condição do projecto. É justo que se diga que a nossa decisão podia ter sido outra e, verdade seja dita, o executivo da Câmara Municipal de Moura - tanto o anterior como o actual - sempre nos deu total liberdade para decidir.
Partilhamos esta história porque nos parece ser importante discuti-la, também, do ponto de vista disciplinar.

 

IMG_3116.JPG

 

IMG_20180622_102255.jpg

 

IMG_4023.jpg

 

 


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Plataforma multidisciplinar de desenvolvimento de ideias, investigação e projectos nas áreas da arquitectura, paisagismo, design e urbanismo. É assim que tudo costuma começar. A partir daí trabalha-se tudo o resto. Só é impossível o que não entusiasma, o que não é criativo, o que nos afasta das pessoas.
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Ateliermob is a multidisciplinary platform which develops projects, ideas and research within architecture, landscape, design and urbanism. This is the way it usually starts. From this point, everything is worked out. The impossible is to work on the unexciting, on the uncreative, on what diverges from people needs.
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